Das 11 concorrentes que apresentaram proposta na licitação que vai definir a nova responsável pelo COI (Centro de Operações Integradas) de São José dos Campos, em um contrato que poderá custar até R$ 92,673 milhões em 48 meses, três acabaram inabilitadas.
Foram inabilitadas as empresas: Freenetworks Soluções; America Net; e o Consórcio Esteio - Nova Fibra - Iessa. Elas não atenderam todas as exigências do edital.
As outras oito concorrentes foram habilitadas: Consórcio Horizons Telecomunicações e Tecnologia e Redisul Informática; Consórcio Smart City São José dos Campos; Consórcio Egis - Stemme; Consórcio Monitora SJC; Consórcio AS7 - Online - Sentran; Consórcio Smart City TbraSeal; Consórcio Nipcable e L8 Networks; e Claro.
As empresas terão até sexta-feira para apresentar recursos contra o julgamento da habilitação. Posteriormente serão avaliadas a técnica e o preço.
IMPASSE.
Citando o conceito de 'cidades inteligentes', o edital prevê que a empresa vencedora ficará responsável por diversos serviços, como sinal de internet em todos os prédios públicos e escolas da rede municipal, 70 controladores semafóricos, 1.000 câmeras de monitoramento e uma central, que passará a se chamar CSI (Centro de Segurança Integrada), para integrar COI e CCO (Centro de Controle Operacional). A previsão do governo Felicio Ramuth (PSDB) é de que os serviços sejam implantados até nove meses após a assinatura do contrato.
Aberta em setembro de 2018, a licitação ficou suspensa por decisão judicial, depois que uma das concorrentes apontou direcionamento do edital. O certame só foi retomado no início de julho, após o Tribunal de Justiça determinar a mudança da modalidade: de pregão, que avalia apenas o menor preço e tem prazo menor para apresentação de propostas, para concorrência, que analisa técnica e preço e dá prazo maior para as empresas interessadas.
Segundo o edital, o preço proposto pela concorrente terá peso 0,50 na avaliação final, e a proposta técnica também terá peso 0,50..