08 de julho de 2026
Viver

BRINCADEIRA DE CRIANÇA

Por Thais Perez@_thaisperez |
| Tempo de leitura: 1 min

Os temores que sentidos por vezes são chamados de irracionais. Contudo, todo medo é explicado cientificamente. Esse sentimento que desperta não só reações psicológicas, mas também físicas, está relacionado a nossos instintos mais distantes de sobrevivência.

Bonecos, com toda a certeza, fazem parte da lista de medos mais comuns, do lado do medo de altura, de insetos e de palhaços.

Algo em sua fisionomia desperta, no mínimo, um desconforto nada amigável. Esse desconforto é amplificado através do boneco Chucky, do filme Brinquedo Assassino, que acaba de ganhar um novo remake para os cinemas.

De acordo com os científicos, o medo de bonecos pode ser explicado de forma simples: seus rostos emulam as características humanas, mas não há nada nelas que seja humano.

Essa contradição gera uma verdadeira confusão em nossos cérebros. Da mesma forma, nossa cabeça também cria um distanciamento de robôs que imitam humanos.

É a mistura desses dois medos que traz uma nova roupagem a Chuck.

O novo filme, que chega aos cinemas nesta semana, traz o segundo remake da franquia que foi criada em 1988.

Dessa vez, Chucky é um boneco tecnológico, com inteligência artificial.

Na trama, acompanhamos a história de Karen, interpretada por Aubrey Plaza, que está preocupada com o desinteresse do filho em fazer novos amigos. Ela então decide dar a ele um boneco que seria uma bela companhia para Andy (Gabriel Bateman), se não se tornasse extremamente possessivo ao tentar proteger seu dono.

De acordo com o ator que interpreta o protagonista, o brinquedo não foi feito através de computação gráfica.

"Haviam seis bonecos que se moviam e podiam fazer expressões faciais", disse Bateman.

Durante a promoção do filme, Chucky pode ser visto interagindo de uma maneira bem maldosa com os brinquedos da franquia Toy Story. Ele é visto "matando" Buzz LightYear e seus amigos. .