10 de julho de 2026
Brasil

Governo brasileiro vai recusar auxílio oferecido pelo G7 para Amazônia

Por Com informações da Agência Brasil |
| Tempo de leitura: 3 min
Reunia?o de Bolsonaro com Ministro da Defesa e Comandantes das Forc?as Armadas

O governo Jair Bolsonaro (PSL) vai recusar o auxílio de R$ 83 milhões oferecido pelos países do G7 para ajudar a combater os incêndios na Amazônia. A informação foi publicada pelo jornal Estadão e confirmada pelo Palácio do Planalto.

Os líderes do grupo - formado por Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido - concordaram em liberar cerca de US$ 20 milhões de dólares para a Amazônia, com a maior parte do montante previsto a ser usado para enviar aviões de combate a incêndios.

O Planalto não revelou os motivos para a recusa, mas, em entrevista na tarde desta segunda, o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, havia afirmado que a ajuda seria bem-vinda. "Quem vai decidir como usar recursos para o Brasil é o povo brasileiro e o governo brasileiro. De qualquer forma, a ajuda é sempre bem-vinda”, afirmou.

DEBATE.

Chefes de Estado e governo do G7 que participaram de 45ª conferência de cúpula do bloco acordaram sobre o envio de ajuda aos países afetados pelos incêndios na região amazônica "o mais rápido possível", declarou o chefe de Estado francês, Emmanuel Macron.

O francês acrescentou que os líderes das maiores potências econômicas avançadas estão se aproximando de um consenso sobre como ajudar a extinguir o fogo e reparar os danos resultantes. Trata-se de encontrar os mecanismos apropriados, tanto técnicos quanto financeiros, acrescentou, e "tudo depende dos países da Amazônia".

Mais cedo, o presidente Bolsonaro havia afirmado em seu perfil no Twitter que não poderia aceitar que Macron "dispare ataques descabidos e gratuitos à Amazônia", e nem que "disfarce suas intenções atrás da ideia de uma 'aliança' dos países do G7 para 'salvar' a Amazônia, como se fôssemos uma colônia ou uma terra de ninguém."

"Outros chefes de estado se solidarizaram com o Brasil, afinal respeito à soberania de qualquer país é o mínimo que se pode esperar num mundo civilizado", disse o presidente.

CONTROLE?.

O governo Jair Bolsonaro (PSL) vai recusar o auxílio de R$ 83 milhões oferecido pelos países do G7 para ajudar a combater os incêndios na Amazônia. A informação foi publicada pelo jornal Estadão e confirmada pelo Palácio do Planalto.

Os líderes do grupo - formado por Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido - concordaram em liberar cerca de US$ 20 milhões de dólares para a Amazônia, com a maior parte do montante previsto a ser usado para enviar aviões de combate a incêndios.

O Planalto não revelou os motivos para a recusa, mas, em entrevista na tarde desta segunda, o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, havia afirmado que a ajuda seria bem-vinda. "Quem vai decidir como usar recursos para o Brasil é o povo brasileiro e o governo brasileiro. De qualquer forma, a ajuda é sempre bem-vinda”, afirmou.

Chefes de Estado e governo do G7 que participaram de 45ª conferência de cúpula do bloco acordaram sobre o envio de ajuda aos países afetados pelos incêndios na região amazônica "o mais rápido possível", declarou o chefe de Estado francês, Emmanuel Macron.

O francês acrescentou que os líderes das maiores potências econômicas avançadas estão se aproximando de um consenso sobre como ajudar a extinguir o fogo e reparar os danos resultantes. Trata-se de encontrar os mecanismos apropriados, tanto técnicos quanto financeiros, acrescentou, e "tudo depende dos países da Amazônia".

Mais cedo, o presidente Bolsonaro havia afirmado em seu perfil no Twitter que não poderia aceitar que Macron "dispare ataques descabidos e gratuitos à Amazônia", e nem que "disfarce suas intenções atrás da ideia de uma 'aliança' dos países do G7 para 'salvar' a Amazônia, como se fôssemos uma colônia ou uma terra de ninguém."

"Outros chefes de estado se solidarizaram com o Brasil, afinal respeito à soberania de qualquer país é o mínimo que se pode esperar num mundo civilizado", disse o presidente.