ROLETA HUMANA
Uma estudante de 16 anos sofreu TCE (traumatismo cranioencefálico) e acabou indo a óbito após bater com a cabeça durante uma brincadeira de muito mau gosto na escola onde cursava o 9º ano do Ensino Fundamental, nesta terça-feira, dia 11/2, na cidade de Mossoró-RN. Os adolescentes que participavam da brincadeira estão sendo assistidos por psicólogos e assistentes sociais do município. Além da estudante morta, temos uma família destroçada pela dor e jovens que passarão o resto de suas vidas cruelmente marcados por essa fatalidade. Que tragédia! Essa espécie de 'roleta humana', que virou febre entre os adolescentes, tem que ser proibida imediatamente em todo o território nacional, antes que cause mais vítimas fatais.
João Manuel Maio
São José dos Campos
REFORMA ENGAVETADA
É incrível como o presidente Jair Bolsonaro, só briga para aprovar projetos fúteis e até sem base constitucional, como das armas, de retiradas das cadeirinhas das crianças dos carros, dos radares das estradas, de menos rigor com motoristas que cometem ilícitos nas estradas, de relaxar a aplicação de multas para aqueles que cometem o crime ambiental na Floresta Amazônica, de subsidiar energia elétrica para igrejas evangélicas, e até a esdrúxula convocação de 7 mil militares para o INSS, etc. Mas, para levantar a bandeira na defesa de uma importante reforma administrativa, que promete há meses entregar ao Congresso, demonstra não ter coragem para enfrentar o corporativismo dos servidores públicos. E pelo jeito, infelizmente, decide engavetar esse projeto. Que se fosse adiante e aprovado pelo Congresso, muitos privilégios dos servidores seriam cortados, já que, seu alto custo sobrecarrega as contas publicas. Como mostram os números que o Brasil, gasta 14% do PIB para manter a maquina publica, e a União Europeia, apenas 9,9%. Mas, o sonho de continuidade no poder desta República, parece falar mais alto. Então, por que brigar pelo Brasil? Não é verdade? Tal qual, fez o PT, no poder com Lula e Dilma, que para calar essa força política dos servidores públicos dava reajustes salariais astronômicos sem se preocupar com a deterioração das mesmas contas.
Paulo Panossian
São Carlos-SP