Fazer escolhas faz parte do dia a dia das pessoas, decidimos sobre assuntos corriqueiros, ou escolhas de menor impacto e temos as mais decisivas como a escolha profissional. Terminado o ensino fundamental o jovem se depara com a decisão profissional a ser tomada ou com a indecisão de qual carreira seguir.
O jovem enfrenta questionamentos, projeção ou imposição de familiares, influência de amigos, situação econômica. Além do desconhecimento da realidade profissional, do mercado educacional e do trabalho.
Ainda nesta equação o jovem está na fase da adolescência que traz consigo mudanças físicas e psicológicas e a imaturidade para projetar o futuro.
As pessoas não percebem a dimensão profunda de decidir sobre a profissão.
Outro elemento é que o jovem tem dificuldade de pensar em uma profissão em si, o que ele enxerga são as recompensas vindas do trabalho como reconhecimento, status, remuneração, autonomia. A queixa mais comum de pais e jovens é o desperdício de tempo e dinheiro ao optarem por um curso equivocado.
O que fazer frente a isso? Primeiro identificar se o jovem tem maturidade para o processo de escolha e transpondo esta fase o profissional de orientação vocacional atua como um mediador, estimulando o jovem a novas descobertas e novos entendimentos sobre si mesmo.
Num segundo momento ajuda o jovem a fazer planejamento de ações e a pesquisar de forma prática as informações que possibilitam a tomada de decisão.
É crucial o diálogo entre pais e filhos e o apoio é fundamental proporcionando o espaço necessário para a descoberta e para efetivar na prática a escolha..