PREVIDÊNCIA. O IPMT se posicionou contra a aprovação do projeto. Segundo um estudo feito pelo órgão, em vez de reduzir os aportes, seria necessário ampliar em R$ 365 milhões os repasses nos próximos 35 anos.
De acordo com o instituto, a mudança na lei poderá provocar um colapso no sistema previdenciário municipal, que já a partir do ano que vem terá despesas maiores do que as receitas. Como o texto não foi embasado em um estudo atuarial oficial, o IPMT alerta também para o risco de o município ter suspenso o seu CRP (Certificado de Regularidade Previdenciária), que é exigido para transferências e operações de crédito..