08 de julho de 2026
Política

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Blindagem

Com votação maciça da base aliada ao governo Felicio Ramuth (PSDB), a Câmara rejeitou o requerimento em que o vereador Wagner Balieiro (PT) pedia informações à Caixa Econômica Federal sobre o contrato de financiamento do BRT.

BRT abandonado

O contrato foi firmado em 2014, durante o governo Carlinhos Almeida (PT), que apostava no BRT, mas não deve ser aproveitado pela gestão Felicio. Balieiro questionava quanto o município já gastou com o projeto.

Moções barradas

Durante a sessão de terça-feira, a Câmara rejeitou três moções. Todas de autoria da vereadora Amélia Naomi (PT). Uma delas manifestava repúdio à PM pela invasão de um evento organizado por mulheres ligadas ao PSOL em São Paulo.

Repúdio a Bolsonaro

Outras duas moções manifestavam repúdio a Jair Bolsonaro (PSL) por suas declarações contra o Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) e pela alteração do questionário do Censo 2020.

Doulas

Por sete votos favoráveis e seis contrários, a Câmara de Jacareí aprovou nesta quarta-feira projeto da vereadora Lucimar Ponciano (PSDB) que regulamenta a presença de doulas durante o momento do parto na rede pública e privada da cidade.

A favor

Para defender o projeto, Lucimar disse que "tem-se demonstrado que o parto evolui com maior tranquilidade, rapidez e menos dor e complicações, tanto maternas como fetais, quando assistidas por elas [as doulas]".

Contra

"Não sou contra as doulas. Sou contra o projeto porque a atividade não possui regulamentação e algumas doulas acabam por interferir junto à gestante a respeito do procedimento a ser adotado pelo médico", disse Rodrigo Salomon (PSDB).

Veto mantido

Por unanimidade, a Câmara de Taubaté manteve nessa terça-feira o veto do prefeito Ortiz Junior (PSDB) ao projeto de Nunes Coelho (PRB) que aumentaria o rol de alimentos permitidos no comércio ambulante.

Abuso sexual

A Câmara aprovou projeto das vereadores Loreny (Cidadania) e Graça (PSD) que obriga estabelecimentos de Taubaté a afixarem cartazes informando que abuso e exploração sexual de mulheres são crimes.

Regras

O texto obriga hotéis, bares, locais de eventos e de serviços educacionais a afixarem os cartazes em local de maior trânsito de clientes ou usuários. Estabelecimentos que não cumprirem a lei poderão ser advertidos e multados em até R$ 1.946.