De olho em 2020
O diretório do PT de São José dos Campos deve se reunir no dia 4 de novembro para definir a estratégia eleitoral para 2020. Na pauta, a definição sobre candidatura própria, montagem de chapa de vereadores e os nomes colocados como pré-candidatos à prefeitura.
Implosão do PSL
Em meio à crise nacional do PSL, a deputada estadual Leticia Aguiar publicou um vídeo nas redes sociais na noite de quinta-feira para manifestar seu apoio ao presidente Jair Bolsonaro.
Estou com Bolsonaro
"Estou com Bolsonaro, com nosso presidente. Eu confio no presidente. Eu realmente confio, realmente acredito que ele é aquela pessoa para quem nós fizemos companha. Meu partido é o Brasil".
Prejuízo ao país
Apesar de manifestar apoio a Bolsonaro, Leticia admitiu que a briga interna do partido pode ser prejudicial para o país nesse momento. "Essa divergência com o partido, sinceramente, seria melhor para o Brasil se não tivesse. Seria melhor se tivesse tudo em paz, porque o Brasil tem pressa de mudança, o Brasil precisa aprovar tantas coisas importantes que às vezes, por toda essa cortina de fumaça, acabam ficando para trás", afirmou.
Repúdio a Doria
O presidente da Câmara de Taubaté, Boanerge dos Santos (PTB), e o vereador Orestes Vanone (PV), que são policiais militares aposentados, emitiram uma nota conjunta em repúdio ao governador João Doria (PSDB), por declarações que foram feitas pelo tucano durante uma visita ao município na última terça-feira.
Declaração
No evento, após ser criticado por manifestantes, Doria rebateu com termos como "vagabundos", "canalhas" e "vai para casa aposentado". Um dia depois, após a repercussão negativa, o tucano disse que acabou se "excedendo".
Categoria
Na nota, os vereadores dizem que "repudiam com veemência a forma como o governador desqualificou nossa categoria, que trabalhou honesta e dignamente para fazer jus ao retiro pelo qual contribuiu".
Realidade sombria
A nota conclui que "muitos policiais militares, mesmo na condição de aposentados, continuam trabalhando e desempenhando tarefas remuneradas para complementar a sua renda, que nem sempre é suficiente para manter a família", um fato que "não parece incomodar um 'governador' cujo padrão de vida o impede de vislumbrar a realidade financeira 'sombria' de nossa categoria". Os vereadores ainda culpam o governo pela falta de uma "política pública salarial justa em favor da nossa classe policial".