ANÁLISE. O fundador do PSL, Luciano Bivar, disse nesta terça que não pretende punir o presidente Jair Bolsonaro caso ele desista de deixar a sigla. "Não teve nenhuma oferta fisiológica dele ao partido; foi isso que me passou credibilidade em aceita-lo no PSL. Ele não tem nenhum comprometimento de traição porque a coisa foi feita em cima de ideais de mudar a estrutura do país." O deputado negou ainda preocupação com uma possível debandada do partido. "Eu não sei se é um tiro fatal [ao PSL] a saída de Bolsonaro. (...) O que menos importa pra mim é o fundo partidário, é uma gama imensa de candidatos que não veneram os mesmos princípios. O PSL vive há 20 anos.".