A preocupação com a degradação do valor do patrimônio foi a principal razão que levou os síndicos a se candidatarem ao cargo, foi o que revelou uma pesquisa realizada pela administradora de condomínios LAR, em São Paulo. De acordo com os participantes, se nos edifícios houvesse uma gerencia mais eficiente, seria possível economizar o equivalente ou até mais do que o valor de um boleto mensal.
“Não escolhi ser síndica. A necessidade de dar um ‘Up’ no condomínio é o que fez eu tomar tal decisão. O edifício precisava de muitas mudanças e aos poucos estamos conseguindo realizá-las”, afirmou Alessandra Claudia Monteiro, 48 anos, síndica de um condomínio residencial em São José dos Campos.
A jovem que assumiu o cargo há dois anos conta que desempenhar essa função é bem difícil, no entanto, a gratificação de ver as melhorias acontecendo e os moradores satisfeitos recompensam todos os esforços. Administrar um condomínio exige que a pessoa desenvolva habilidades como liderança, iniciativa, zelo e muito jogo de cintura.
“É essencial ser dedicado, manter-se imparcial, ter conhecimento profundo sobre a convenção de condomínio, procurar aprender um pouco de administração, contabilidade, normas e sempre buscar informações que possam trazer benefícios para o prédio e aos residentes. Além disso, o auxílio de uma empresa jurídica é primordial para que o síndico tenha uma boa performance e seja justo”, concluiu.
PRINCIPAIS ANGÚSTIAS DOS GESTORES