OPINIÃO. Em sabatina de desta quarta na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado, o então postulante à chefia da PGR (Procurador-Geral da República), Augusto Aras, afirmou que o golpe militar de 1964 foi um "movimento" que "teve apoio da família brasileira" e que foi "gestado dentro do Congresso Nacional". Para Aras, o apoio de parte da sociedade e de instituições como o Congresso e a Igreja Católica aproxima o evento a uma "revolução".
Aras também alfinetou supostos excessos do procurador Deltan Dallagnol, coordenador da Lava-Jato em Curitiba. "Em relação ao colega Deltan, não há que se desconhecer o grande trabalho em busca de resultados que foram apresentados. Se tivesse lá alguma cabeça branca, diria ele e aos colegas jovens que poderíamos fazer tudo como ele fez, mas com menos holofote"..