07 de julho de 2026
Ideias

CARTAS

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ANDERSON FERREIRA

Muito interessante a entrevista que o secretário Anderson Ferreira concedeu ao Jornal OVALE, porém gostaria de discordar dele quando fala de adversários. Na situação que nosso país se encontra, está na hora de pararmos de encararmos adversários políticos como inimigos a serem eliminados. Não podemos fazer da politica uma guerra. Temos que começar a encarar a discussão politica, como sendo um dialogo para construção de consenso, uma eterna negociação, em busca de soluções. Temos que aprender a ouvir criticas, analisa-las, e se, acertadas, implementá-las para assim, alcançarmos soluções mais amplas para os problemas da população. No atual momento politico brasileiro, temos que apaziguar os ânimos, recuperar a racionalidade, e favorecer o debate político mais civilizado. Devemos deixar de lado a polarização, e a estratégia do "quem não está do meu lado, está contra nós". A fim de favorecer valores maiores, está na hora de incutirmos alguns elementos racionais no debate, unindo partidos e tendências politico-ideológicas. Temos que unir forças, brindando atos políticos contra a deterioração democrática, introduzindo racionalidade, pluralismo e moderação no debate. Com isso nossa democracia, que reconquistamos, depois de muita luta em 1988, começará a produzir soluções aceitáveis e duradouras para a sociedade, arbitrando conflitos de maneira civilizada, e não como sendo uma arena romana ou, uma disputa futebolística.

Valdecir Ginevro

São José dos Campos

MANOBRA PARA FLÁVIO

Em 2018, o STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu que deputados federais e senadores, se investigados por supostos ilícitos, somente terão o direito ao foro privilegiado se o fato ocorrer durante o mandato atual. Por que, então, a procuradora do Ministério Público, Soraya Gaya, em estranha decisão deu parecer favorável para que o senador Flávio Bolsonaro, tenha direito da mamata do "foro privilegiado" na investigação em curso por supostas rachadinhas com salários de seus ex-assessores, com envolvimento de Fabricio Queiroz, se esse fato investigado ocorreu quando Flavio, era deputado estadual, do Rio, e não como do atual como senador? Que eu saiba, não consta na Constituição, vantagens espúrias a filho de um presidente da República, como neste caso do Jair Bolsonaro. Que, também, está indignando a Nação, o nebuloso acordo do presidente, com o ministro do STF, Dias Toffoli, que suspendeu via liminar, investigações ligadas a dados cedidos pelo Coaf, incluindo sua esposa, e favorecendo principalmente Flavio Bolsonaro, assim como outros políticos e gente do crime organizado. O certo é, que o presidente Bolsonaro, não estaria tão envolvido para salvar seu filho desta investigação, se ele não tivesse participação nos ilícitos. E a tal promessa de combater a corrupção, parece que ficou para um futuro governo.

Paulo Panossian

São Carlos-SP

FUNDO ELEITORAL

Se alguém quer ser um advogado, médico ou outra profissão, tem que trabalhar e bancar com seu próprio recurso. Deveria ser assim também para quem quiser ser político. Que consigam com seus próprios recursos.

João Batista

São José dos Campos

MEIO AMBIENTE

A imagem de Governo destruidor do meio ambiente, já está muito bem consolidada lá fora, aqui ele ainda engana, mas lá fora o 'fake news' não cola.

João Luis Scopel

São José dos Campos

ARENA DE ESPORTES

As obras estão saindo. E quem acha inútil, tem que lembrar que essa arena tem um potencial turístico enorme, com eventos internacionais, seja de esporte ou culturais.

Emerson Paubel

São José dos Campos

COMISSIONADOS

Perfeito (a divulgação dos dados dos comissionados). Faltou transparência por anos e nenhum prefeito se envolveu nesta empresa. Alguns cargos são vitalícios e não concursados.

Carlos Eduardo Rossini

São José dos Campos

GREVE NA EMBRAER

Só ver quantos desempregados têm em São José dos Campos. Então, muito cuidado na hora de fazer greve. Você pode ser o próximo na estatística de desemprego.

Maria Ribeiro

São José dos Campos

PESQUISA DE BOLSONARO

Mas se for verificar as urnas, 60,81% de eleitores que não votaram nele (somando tudo: nulos, brancos, abstenções e no adversário), então, dos que votaram nele quase 9% se arrependeram, ou seja, sem novidades no front. Talvez se o adversário não tivesse uma rejeição tão grande, o presidente da República hoje fosse outro, é só um outro olhar para a situação e comparativo aos números da apuração e da pesquisa (da Paraná Pesquisas).

Osvaldo Bongiovanni

São José dos Campos