A condução ao ar livre faz parte da herança do Chevrolet Corvette. Quando estreou, em 1953, o veículo estava disponível apenas no modelo conversível. O novo Corvette segue com a tradição, mas, além do inédito motor central já anunciado, ele estreia com teto rígido retrátil.
“Colocamos o mundo em alerta quando lançamos o primeiro Chevrolet Corvette de motor intermediário há alguns meses. Agora, elevando o nível com o primeiro Corvette conversível com a capota rígida de sempre”, afirmou em nota Brian Sweeney, vice-presidente da Chevrolet nos EUA.
O sistema é totalmente elétrico, diferentemente dos atuadores hidráulicos usados nos antigos modelos. Composto por duas peças, o teto pode se retrair em apenas 16 segundos. O design do conversível Stingray foi inspirado em caças aéreos. O teto é da cor da carroceria, mas pode incluir acabamento que imita fibra de carbono.
O interior oferece mais segurança e uma aparência mais “limpa” em comparação com os modelos anteriores. “Nosso objetivo desde o início era garantir que os clientes não tivessem que sacrificar nenhuma funcionalidade, desempenho ou conforto ao escolher o conversível com capota rígida”, ressaltou Josh Holder, gerente de engenharia do programa Corvette.
Desempenho.
O conversível é alimentado pelo motor possui 495 cavalos de potência e 65 mkgf de torque. A nova geração do Corvette não terá versão com câmbio manual. Nos Estados Unidos, o conversível custará US$ 7.500 a mais que o cupê.
O preço inicial é de US$ 67.697 (aproximadamente R$ 280 mil). O veículo entrará em produção no final do primeiro trimestre de 2020. Uma versão com o volante à direita estará disponível em alguns mercados internacionais posteriormente.