07 de julho de 2026
Brasil

O FINAL DA SEGUNDA DÉCADA DO SÉCULO 21

Por Ozires SilvaPresidente Conselho Estratégico do Grupo Ânima de Educação e Cultura e Chanceler da Universidade São Judas Tadeu - SP |
| Tempo de leitura: 2 min
Educação. É preciso reagir para não ficar de fora do mundo do conhecimento

Folheando qualquer publicação dos dias de hoje não vemos grandes mudanças nos nossos comportamentos perante a quantidade das inovações que nos atinge com crescente frequência, influenciando nossas vidas. As comunicações globais eficientemente nos trazem listas pessimistas de guerras, crimes, doenças, terrorismos, tudo misturado, trazendo-nos enorme confusão mental, a despeito do expressivo crescimento material que se observa nos países mais avançados.

Tudo isso coloca os países à perante a constante pergunta: "Por que algumas nações crescem e se enriquecem, enquanto outras se mostram estagnadas, mesmo caminhando para o desaparecimento?" Os estudiosos e os políticos surgem, de tempos em tempos, propondo mudanças que, todavia têm-se mostrado ineficazes.

Os anos se passam e, na atualidade dos nossos dias, vemos uma miríade de produtos e serviços, os mais variados, simples ou complexos, criados, projetados, desenvolvidos, fabricados, distribuídos e entregues ao uso, sob o domínio de técnicas desenvolvidas por algo que todos colocam como essencial: a educação que emerge vitoriosa.

Recentemente, notícias mundiais indicaram que o Brasil perdeu posições competitivas em matemática e ciências exatas, no último concurso do Pisa (Programa Internacional de Avaliação de Estudantes). Parece que, desta vez, nossos governantes prestaram atenção que temos de reagir, pois no mundo do conhecimento, o Brasil não pode ficar de fora. Prometem ações e deste esforço todos nós temos de participar. O mundo hoje está enfrentando desafios que estarão vencidos.

Num todo mundial, de alguma forma a vida de muitos têm melhorado. Globalmente mais pessoas estão vivendo mais e sob melhor nível educacional. Os rendimentos das famílias estão ganhando mais do que os apurados até recentemente. Um bilhão de pessoas, em todo o mundo, saíram da pobreza extrema. Mulheres estão participando mais no cenário econômico. Enfim, sob um manto de pessimismo há o que quebra a unanimidade.

Olhando para a frente, as novas gerações precisam ser dotadas do conhecimento competitivo e no mundo global da atualidade nosso país precisa crescer graças à contribuição de cada um. Não podemos falhar!