ATUAÇÃO. Em declaração conjunta divulgada nesta sexta-feira em Brasília, os países que integram o Grupo de Lima pediram a imediata libertação dos presos políticos da Venezuela e reiteraram que somente o pleno restabelecimento da democracia "permitirá vencer a crise política, econômica, humanitária e de direitos humanos" no país. No final da reunião, o chanceler Ernesto Araújo agradeceu a contribuição "importantíssima" dada pela Argentina ao Grupo de Lima.
O Grupo de Lima reiterou o apoio ao presidente da Assembleia Nacional da Venezuela e líder da oposição no país, Juan Guaidó. Em janeiro deste ano, Guaidó autoproclamou-se presidente interino da Venezuela e foi reconhecido como "presidente interino", por vários países, incluindo os Estados Unidos e o Brasil..