10 de julho de 2026
Brasil

Governo Bolsonaro nega apoio à invasão de embaixada da Venezuela em Brasília

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Presidente da República, Jair Bolsonaro

Após o filho Eduardo Bolsonaro (PSL) apoiar o ato ocorrido na manhã desta quarta-feira (13) na embaixada da Venezuela, em Brasília, o presidente Jair Bolsonaro classificou como "invasão" o acontecido e disse que tomará as "medidas necessárias para resguardar a ordem".

Mais cedo, o deputado federal Eduardo havia publicado afirmação em tom contrário em seu perfil no Twitter. "Ao que parece agora está sendo feito o certo, o justo", escreveu.

O GSI (Gabinete de Segurança Institucional), por meio de nota, negou que o presidente apoie o incentivo à invasão, identificada como "fatos desagradáveis".

"Como sempre, há indivíduos inescrupulosos e levianos que querem tirar proveito dos acontecimentos para gerar desordem e instabilidade; o presidente da República jamais tomou conhecimento e, muito menos, incentivou a invasão da Embaixada da Venezuela".

No Facebook, o presidente disse que as medidas que serão tomadas devem ser "em conformidade com a "Convenção de Viena". A ONU (Organização das Nações Unidas), alertou que Brasil é o responsável pela segurança da embaixada.

INVASÃO.

Partidário de Guaidó invadiram a embaixada da Venezuela em Brasília e discutiram com grupos que apoiam o ditador Nicolás Maduro. Fontes diplomáticas apontam que os apoiadores de Guaidó teriam entrado no local com o auxílio de funcionários da embaixada. No entanto, a maneira em que o ato ocorreu é alvo de embate entre as duas alas.