O médico Luciano Lopes Pastor, de 52 anos, morreu após ser baleado durante um confronto com a Polícia Militar (PM). Segundo a corporação, ele teria ameaçado a esposa e apontado uma arma para os policiais durante uma tentativa de negociação.
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A ocorrência foi registrada em Catanduva, no interior de São Paulo. De acordo com o boletim de ocorrência, cinco policiais militares foram até o local e tentaram resolver a situação por meio de diálogo, antes do início do confronto.
Segundo a versão apresentada pela PM, o homem estava emocionalmente perturbado. Após diversas tentativas de negociação, ele teria apontado uma arma para os agentes, que reagiram. O médico foi atingido e desarmado.
O resgate foi acionado, mas a morte foi constatada no local, conforme o boletim de ocorrência.
Ainda segundo o registro policial, a esposa relatou que Luciano estava em surto e muito agressivo. Ela também afirmou que o marido mantinha o próprio filho e uma adolescente em cárcere privado.
Os dois foram liberados pelos policiais e encaminhados aos cuidados de um familiar.
A mulher informou ainda que o médico estava armado e que havia outros artefatos na residência. Durante a ocorrência, os policiais localizaram um arsenal no imóvel.
Ao todo, foram apreendidas oito armas de fogo, entre revólveres, espingardas e pistolas. A lista de materiais recolhidos também inclui uma granada de origem alemã, cinco facas, um facão e mais de 350 munições intactas de diferentes calibres.
As circunstâncias do confronto e os demais detalhes da ocorrência dependem da apuração das autoridades.