07 de setembro de 2026
TAUBATÉ#400

Conheça a história do 'quinto dos infernos' e o ouro de Taubaté

Por Guilhermo Codazzi e Xandu Alves | São José dos Campos
| Tempo de leitura: 1 min
OVALE
Pedro e Angelo Rubim, do Almanaque Urupês

Você sabia que a expressão “quinto dos infernos” vem da cobrança do imposto de 20% sobre o ouro extraído na Colônia?

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Descubra como funcionava a fiscalização na cidade entre 1695 e 1704.

É o que contam os irmãos Pedro e Angelo Rubim, do Almanaque Urupês.

‘Se extraiu muito ouro. Ouro sempre foi algo muito valioso e Taubaté teve uma casa de fundição”, disse Angelo. “A casa foi instalada por volta de 1695 e operou até 1704. Tinha o quinto, o chamado quinto dos infernos. Ou seja, todo o ouro chegava em pó, vindo para a casa de fundição e 20% do peso do ouro era extraído e era o imposto cobrado pela Coroa portuguesa.”

Desenvolvido por OVALE, o projeto Taubaté#400 tem o apoio institucional da Prefeitura de Taubaté, além do patrocínio da Unitau (Universidade de Taubaté) e Creci (Conselho Regional de Corretores de Imóveis), da Milclean e da Avocar.