Larvas
A Prefeitura de Taubaté admitiu à Câmara que foi registrado um episódio em que foram encontradas larvas no arroz utilizado para preparar uma canja servida para alunos de uma escola municipal. A informação foi prestada em resposta a um requerimento da vereadora Zelinda Pastora (PRD), que é da base aliada ao prefeito Sérgio Victor (Novo).
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Merenda
Na resposta enviada à Câmara, a Prefeitura não cita a escola e nem a data em que isso ocorreu, mas diz que, "no momento em que foi identificada a presença da larva, os produtos pertencentes ao lote utilizado na unidade foram imediatamente separados e recolhidos".
Inspeção
A Prefeitura afirmou ainda que, "considerando a possibilidade de eventual disseminação ou contaminação de outros gêneros alimentícios armazenados no mesmo local, foi imediatamente solicitada a realização de uma inspeção geral no estoque da unidade e demais unidades educacionais, com o objetivo de verificar as condições dos demais produtos e identificar eventual presença de insetos, larvas ou qualquer outra irregularidade que pudesse comprometer a segurança dos alimentos armazenados".
Sem infestação
"A inspeção foi realizada e, felizmente, não foram identificados outros produtos com sinais de infestação, presença de insetos ou larvas, não sendo constatada, portanto, evidência de comprometimento dos demais gêneros alimentícios existentes no estoque da unidade. A medida foi adotada de forma preventiva, visando assegurar que somente produtos em condições adequadas permanecessem disponíveis para utilização na alimentação escolar", acrescentou a Prefeitura.
Empresa
"Também foi solicitada manifestação e adoção de providências por parte da empresa prestadora de serviço, especialmente quanto à ocorrência identificada e ao produto envolvido", concluiu a Prefeitura, que afirmou que, "até o momento, não houve aplicação de glosa, multa ou outra penalidade administrativa especificamente em razão desta ocorrência".
Contrato
A SHA é responsável pela merenda da rede municipal desde 2013, em sucessivos contratos. O contrato atual foi firmado em julho de 2024, na gestão do ex-prefeito José Saud (PP), e custaria R$ 178,6 milhões ao longo de 24 meses, mas o valor foi reduzido para R$ 158,4 milhões na gestão Sérgio. Em julho de 2026, o contrato foi prorrogado por mais dois anos, por R$ 159 milhões.