A Prefeitura de Taubaté suspendeu, por tempo indeterminado, o chamamento público que definirá a nova gestora do HMUT (Hospital Municipal Universitário de Taubaté). Assinado pelo secretário de Saúde, Carlo Guilherme da Silveira e Lima, o comunicado de suspensão foi publicado no diário oficial nessa quarta-feira (26).
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O secretário alegou que a suspensão decorre de um pedido feito pelo governo estadual, por meio do DRS-17 (Departamento Regional de Saúde de Taubaté). "A suspensão decorre de solicitação apresentada pela DRS-17, que contempla a ampliação de leitos clínicos, bem como outras diretrizes assistenciais, circunstâncias que demandam a readequação do Plano de Trabalho e, consequentemente, dos documentos que integram o procedimento".
Antes da suspensão, a data prevista para abertura das propostas era o dia 2 de setembro. Pelo edital original, o novo contrato poderia custar R$ 132,3 milhões por ano (R$ 11 milhões por mês).
Enquanto o chamamento não é concluído, o HMUT é gerido pela SPDM (Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina), que assumiu a administração em 1º de agosto, em um contrato emergencial, sem licitação. A SPDM recebe R$ 9,844 milhões por mês.
O contrato emergencial foi assinado após a Prefeitura decidir não prorrogar o contrato com o Grupo Chavantes, que administrou o HMUT entre agosto de 2024 e 31 de julho de 2026. O custo final do contrato com a Chavantes foi de R$ 9,894 milhões por mês.