Um homem foi preso em Pindamonhangaba durante uma operação de combate a crimes relacionados à exploração sexual de crianças e adolescentes.
A ação foi realizada nesta quarta-feira (12), em cumprimento a ordens judiciais de prisão e de busca e apreensão expedidas no âmbito de uma investigação conduzida pelo Ministério Público de Minas Gerais.
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O suspeito foi localizado no quarto de sua residência. Após o cumprimento da ordem judicial, ele recebeu voz de prisão e foi levado à delegacia, onde permaneceu à disposição da Justiça.
A operação foi realizada de forma integrada pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) do MP de Minas, por meio do Cyber Gaeco, e pelo 3º Baep (Batalhão de Ações Especiais de Polícia), da Polícia Militar de São Paulo.
Durante a busca no imóvel, as equipes encontraram duas armas de fogo artesanais de calibre .22, sendo uma com acabamento inoxidado e outra oxidada.
Também foram apreendidas 52 munições de calibre .22 LR: 48 intactas e quatro deflagradas. As munições são da marca CBC.
Além do armamento, os policiais recolheram equipamentos eletrônicos que, segundo o documento, têm interesse para a investigação cibernética. Foram apreendidos:
Os equipamentos eletrônicos ficaram sob responsabilidade do MP, para as providências investigativas.
De acordo com o relatório encaminhado à Polícia Civil, a operação teve como objetivo cumprir decisões judiciais relacionadas a uma investigação sobre crimes ligados à exploração sexual de crianças e adolescentes.
As ordens foram expedidas pela Justiça no âmbito de processos que tramitam em Minas Gerais. A participação de equipes paulistas ocorreu porque uma das diligências foi realizada em Pindamonhangaba.
A investigação utiliza recursos de apuração cibernética e envolve atuação conjunta entre o Ministério Público e forças policiais de diferentes estados.
Após a prisão, o suspeito foi conduzido ao Distrito Policial de Pindamonhangaba. Segundo o relatório policial, não foi necessário o uso de algemas durante a condução.
As armas e munições foram apresentadas à autoridade policial, que tomou as medidas legais cabíveis. Já os equipamentos eletrônicos foram destinados ao Cyber Gaeco para análise no decorrer da investigação.
A investigação segue em andamento. A prisão e os materiais apreendidos não significam, por si só, condenação pelos crimes investigados.