O ex-namorado de Vanessa de Oliveira, de 33 anos, foi preso pela Polícia Militar na manhã desta terça-feira (4), no Parque Ipanema, em Taubaté. O homem, apontado pela investigação como principal suspeito da morte da vítima, tentou fugir pelos telhados de imóveis do bairro, mas foi alcançado pelos policiais. Vanessa estava desaparecida havia cerca de uma semana e foi encontrada morta na segunda-feira (3), em uma área rural de Tremembé.
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Segundo a Polícia Militar, equipes faziam patrulhamento pelo bairro quando receberam informações sobre o possível paradeiro do suspeito. Os agentes foram até o endereço indicado e, ao perceber a chegada das viaturas, o homem deixou o imóvel e tentou escapar.
Durante a fuga, ele passou pelos telhados de casas próximas, mas acabou localizado e detido pelos policiais. Em consulta aos sistemas de segurança, a equipe confirmou a existência de um mandado de prisão em aberto contra ele.
O suspeito foi levado à delegacia e permaneceu preso à disposição da Justiça. Até o momento, as informações divulgadas não esclarecem a natureza do mandado nem confirmam se a ordem judicial tem relação direta com a investigação da morte de Vanessa.
Vanessa de Oliveira, de 33 anos, estava desaparecida havia aproximadamente uma semana antes de ser localizada morta pela Polícia Militar em uma região de mata de Tremembé.
O corpo foi encontrado dentro de um lago, em uma área rural do município. Segundo informações iniciais, a vítima apresentava sinais de violência. A causa da morte ainda depende dos exames periciais realizados pelo Instituto de Criminalística.
O local foi preservado pelas equipes de segurança para a coleta de vestígios que possam ajudar a esclarecer as circunstâncias do crime.
A investigação está sob responsabilidade da Deic (Delegacia de Investigações Criminais) de Taubaté, que apura a dinâmica da morte, os últimos passos da vítima e a possível participação do ex-companheiro.
O ex-namorado de Vanessa é tratado como principal suspeito no caso, mas a Polícia Civil ainda trabalha para reunir provas que esclareçam a participação dele no crime.
Entre os pontos analisados pelos investigadores estão a relação entre vítima e suspeito, os contatos feitos antes do desaparecimento, registros de localização, imagens de câmeras e depoimentos de testemunhas.
A investigação também deverá apontar onde Vanessa foi morta, como o crime ocorreu e de que maneira o corpo foi levado até a área rural de Tremembé.
A condição de suspeito não representa condenação. A responsabilidade criminal depende da conclusão do inquérito, da análise das provas e das decisões posteriores da Justiça.
A Deic de Taubaté continua realizando diligências para esclarecer a motivação do crime e reconstruir a linha do tempo do desaparecimento de Vanessa.
Os investigadores ainda devem analisar laudos periciais, ouvir pessoas ligadas à vítima e verificar se houve participação de outras pessoas.
Até a publicação desta reportagem, o caso estava registrado como homicídio. A definição sobre eventual enquadramento como feminicídio depende da análise das circunstâncias da morte e dos elementos reunidos durante a investigação.