27 de julho de 2026
VIOLÊNCIA

Policial questiona conta do bar e, com arma, ameaça funcionários

Por Da Redação | Vicente Pires (DF)
| Tempo de leitura: 2 min
Reprodução
Policial questiona conta do bar e, com arma, ameaça funcionários

Um major da Polícia Militar é investigado por suspeita de ameaçar o proprietário e funcionários de um bar com uma arma de fogo durante uma discussão por causa do pagamento da conta. O caso aconteceu na madrugada desta segunda-feira (27), foi registrado por câmeras de segurança e é apurado pela Polícia Civil e pela corporação.

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A ocorrência foi registrada em um bar de Vicente Pires, no Distrito Federal. De acordo com o relato apresentado à polícia, o oficial, identificado como Caio Vítor Ferraz Canabarro, foi ao caixa acompanhado de outro homem para quitar a conta. Durante o atendimento, ele teria se recusado a pagar, retirado a pulseira de identificação da comanda e apresentado sinais de embriaguez.

Ainda segundo os depoimentos, enquanto a esposa do proprietário e uma funcionária de 18 anos tentavam concluir o atendimento, o cliente fez comentários ofensivos às duas mulheres. Em seguida, teria colocado uma arma de fogo sobre o balcão e afirmado que resolveria a situação "da maneira dele" caso o problema não fosse solucionado.

Ao perceber a ameaça, o dono do estabelecimento deixou o caixa para procurar o segurança do local. Nesse momento, conforme mostram as imagens de segurança, o suspeito sacou novamente a arma e a apontou em direção ao comerciante.

Segundo o proprietário, o policial afirmou que conhecia "vagabundo de longe" e que resolveria a situação "de qualquer forma". Com receio, o comerciante disse que se escondeu na câmara fria do estabelecimento até que o homem concluísse o pagamento e deixasse o local.

Em nota, a Polícia Militar do Distrito Federal informou que determinou o comparecimento do oficial ao Departamento de Controle e Correição (DCC) para prestar esclarecimentos preliminares. A corporação destacou que a investigação criminal é de responsabilidade dos órgãos competentes, enquanto a PMDF adotará as medidas administrativas cabíveis em relação à conduta funcional do militar. O caso é investigado pela 38ª Delegacia de Polícia. Até o momento, não há informação sobre prisão ou afastamento do oficial.

Com informações do Metrópoles