As exportações das cidades do Vale do Paraíba alcançaram US$ 4,95 bilhões no primeiro semestre de 2026, resultado que representa um crescimento de 13,3% em comparação ao mesmo período de 2025, quando a região havia exportado US$ 4,37 bilhões.
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No mesmo período, as importações também apresentaram avanço. As compras internacionais das cidades da região somaram US$ 4,64 bilhões entre janeiro e junho de 2026, contra US$ 4,24 bilhões registrados no primeiro semestre de 2025, uma alta de 9,3%.
Com as exportações crescendo em ritmo superior ao das importações, o saldo da balança comercial regional foi ampliado. O superávit passou de US$ 125,3 milhões no primeiro semestre de 2025 para US$ 312,8 milhões em igual período de 2026, um crescimento de 149,6%, indicando maior geração de divisas para a economia do Vale do Paraíba.
Entre as cidades da região, São José dos Campos manteve a liderança absoluta nas exportações. O município vendeu US$ 1,52 bilhão ao mercado internacional, enquanto importou US$ 1,57 bilhão, encerrando o semestre com déficit comercial de US$ 52,9 milhões.
Na segunda posição aparece Ilhabela, que exportou US$ 1,31 bilhão e registrou importações de apenas US$ 38,9 mil, alcançando um expressivo superávit de US$ 1,31 bilhão. O resultado é impulsionado pelas operações ligadas ao setor de petróleo e combustíveis.
Pindamonhangaba ocupou a terceira colocação entre os maiores exportadores da região. O município embarcou US$ 770,6 milhões em produtos, importou US$ 377,4 milhões e fechou o semestre com superávit de US$ 393,2 milhões.
Na quarta posição ficou Taubaté, com exportações de US$ 405,5 milhões e importações de US$ 587 milhões, registrando déficit comercial de US$ 181,5 milhões no período.
Fechando o grupo das cinco maiores exportadoras, Jacareí vendeu US$ 292,5 milhões ao exterior, importou US$ 214,8 milhões e obteve superávit de US$ 77,6 milhões.
Os números demonstram que o Vale do Paraíba segue desempenhando papel estratégico no comércio exterior brasileiro, sustentado por uma economia diversificada, com forte presença dos setores aeronáutico, automotivo, metalúrgico, siderúrgico, de petróleo e de transformação industrial.
O crescimento das exportações acima das importações também reforça a competitividade das empresas instaladas na região e amplia a contribuição regional para a balança comercial brasileira.