O comerciante morto em um mercadinho de Jacareí na manhã deste domingo (21) foi identificado como Cássio Aparecido Campelo Melchiori, de 43 anos. Proprietário da mercearia localizada na Rua dos Jacintos, no Jardim Santo Antônio da Boa Vista, ele foi alvo de vários disparos, recebeu socorro e morreu na Santa Casa. A DIG (Delegacia de Investigações Gerais) investiga o caso e procura os dois autores do crime.
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Cássio nasceu em 18 de janeiro de 1983. O registro da Polícia Civil apresenta a profissão dele como autônomo e confirma que ele era o proprietário da mercearia onde ocorreu o homicídio.
A polícia ainda não divulgou outras informações sobre a trajetória pessoal de Cássio. Também não há dados sobre velório e sepultamento.
A identificação oficial ocorreu após a elaboração do boletim de ocorrência no Plantão da Polícia Civil de Jacareí. O caso foi registrado como homicídio consumado de autoria desconhecida.
A Polícia Militar recebeu o chamado sobre disparos de arma de fogo às 8h26. Quando os policiais chegaram ao endereço, encontraram Cássio caído e com ferimentos provocados pelos tiros.
Uma equipe de resgate prestou os primeiros cuidados e realizou manobras de reanimação. O comerciante foi levado à Santa Casa de Jacareí, mas a equipe médica confirmou a morte pouco depois.
Dois homens magros, encapuzados e armados entraram no comércio. Um deles portava um revólver e o outro usava uma pistola, conforme o relato de uma testemunha à Polícia Civil.
Quatro pessoas estavam dentro da mercearia: Cássio, o filho dele e dois funcionários. Um dos trabalhadores sofreu uma coronhada no ombro durante a ação.
Os criminosos citaram um suposto assalto quando entraram no mercadinho, mas não pediram dinheiro, celulares ou qualquer outro objeto. Também não houve registro de produtos ou valores levados do estabelecimento.
Ao perceberem onde Cássio estava, os dois homens seguiram até ele e dispararam diversas vezes. Os elementos reunidos no local indicam uma ação dirigida especificamente contra o comerciante.
A análise inicial aponta que Cássio recebeu os primeiros tiros perto de um freezer. Ele ainda teria se deslocado para outro corredor, onde sofreu novos disparos. A dinâmica definitiva depende dos laudos da Polícia Técnico-Científica.
A polícia apura a motivação e verifica se Cássio teve algum conflito ou recebeu ameaças antes do crime. Nenhuma hipótese foi confirmada até o momento.
Os elementos iniciais não indicam um crime patrimonial, pois os autores não exigiram valores e não levaram bens. A ocorrência foi registrada como homicídio consumado.
A classificação pode receber novos detalhes conforme os depoimentos, os laudos e as imagens de segurança. A investigação também precisa esclarecer por que os autores mencionaram um assalto antes dos disparos.
A Polícia Técnico-Científica encontrou dois projéteis, duas jaquetas de cobre e uma cápsula deflagrada no interior do estabelecimento. Todo o material seguiu para exames periciais.
Os peritos devem analisar o calibre das armas, a trajetória dos tiros e as características dos projéteis. O exame necroscópico também deve indicar a quantidade de ferimentos sofridos por Cássio.
O boletim cita armas diferentes: um revólver e uma pistola. A cápsula deflagrada pode ter saído da pistola, enquanto o revólver costuma reter os estojos no tambor. A perícia dará a resposta técnica sobre o material recolhido.
A Polícia Civil recebeu informações sobre o possível uso de um Fiat Palio branco durante a fuga. A participação do veículo ainda depende de confirmação.
Investigadores devem analisar as câmeras do mercadinho e de imóveis próximos. As imagens podem mostrar o momento da chegada, as roupas usadas pelos autores, a placa do carro e o caminho escolhido após o crime.
O vídeo relacionado ao homicídio foi anexado ao procedimento policial. A DIG de Jacareí ficou responsável pelas buscas e pelas demais medidas para esclarecer o caso.
A prioridade é identificar os dois homens armados e descobrir quem planejou o ataque. A investigação também tenta determinar se outras pessoas ajudaram a dupla ou forneceram informações sobre a rotina do comerciante.
Os policiais devem ouvir familiares, funcionários e pessoas que tiveram contato com Cássio nos dias anteriores. Registros de chamadas, mensagens e imagens podem indicar se houve ameaça ou conflito recente.
A possível ligação do Fiat Palio branco com a fuga representa outra frente de investigação. A identificação da placa pode levar aos ocupantes e ao proprietário do veículo.