20 de maio de 2026
CRIME

Homem é preso suspeito de colocar fogo em casa da própria família

Por Leandro Vaz | Ubatuba
| Tempo de leitura: 2 min
Da redação
Reprodução
Homem foi preso por colocar fogo na casa da família

Um homem foi preso em flagrante na tarde desta terça-feira (19), em Ubatuba, suspeito de atear fogo em uma residência no bairro Silop. Segundo a Polícia Civil, o incêndio aconteceu durante a madrugada e atingiu a parte inferior de um sobrado ocupado por familiares do investigado.

Clique aqui para fazer parte da comunidade de OVALE no WhatsApp e receber notícias em primeira mão. E clique aqui para participar também do canal de OVALE no WhatsApp

O suspeito foi identificado como Bruno de Oliveira Faria. De acordo com a polícia, o fogo destruiu móveis e objetos, além de causar danos severos à estrutura do imóvel. O Corpo de Bombeiros foi acionado e conseguiu controlar as chamas. Ninguém ficou ferido.

Após o incêndio, a Polícia Civil acionou a perícia técnico-científica. As primeiras análises apontaram elementos compatíveis com uma ação humana deliberada. A partir disso, equipes da Delegacia de Polícia de Ubatuba iniciaram diligências para esclarecer o caso.

Durante as investigações, os policiais levantaram informações com moradores da região e analisaram imagens de câmeras de segurança. Os registros mostraram um homem nas proximidades da casa no horário do incêndio, usando roupas compatíveis com as do suspeito.

Ainda segundo a Polícia Civil, familiares reconheceram o homem que aparece nas imagens como sendo Bruno e apontaram que o crime poderia ter relação com desavenças familiares.

Depois de buscas realizadas ao longo do dia, os policiais localizaram e abordaram o investigado. Ele foi levado à delegacia e, durante interrogatório, confessou ter colocado fogo em um colchão dentro da residência. À polícia, alegou que pretendia apenas “dar um susto” na mãe.

Diante dos elementos reunidos, a autoridade policial determinou a prisão em flagrante do suspeito pelo crime de incêndio doloso em casa habitada. A Polícia Civil também representou pela conversão da prisão em preventiva, considerando a gravidade do caso e o risco à ordem pública.

O homem permaneceu à disposição da Justiça e deve passar por audiência de custódia.