Duas rodovias e uma avenida urbana lideram o ranking de mortes em acidentes de trânsito em Taubaté nos últimos 12 meses, segundo dados do Infosiga.
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Nesse período, a cidade registra 48 pessoas mortas em acidentes de trânsito, contra 35 no intervalo anterior, um aumento de 37%.
O local de Taubaté com mais mortes em acidentes é a rodovia Presidente Dutra, com 15 óbitos nos últimos 12 meses. Depois aparece a rodovia Oswaldo Cruz (SP-125), com três mortes no mesmo período.
A avenida Eurico Ambrogi Santos é a via urbana com mais vítimas fatais no trânsito no intervalo de um ano, com duas mortes. Em seguida aparece a SP-62 (Estrada Velha São Paulo-Rio), com duas mortes.
Outras seis avenidas de Taubaté registram uma morte cada: Independência, Major Waldemar Furquim, São Pedro, Dr. José Ortiz Pato, Elzira Tavares de Mattos e Cônego João Maria Raimundo da Silva.
Quanto ao ranking das vias com mais acidentes de trânsito sem vítima fatal, após a liderança absoluta da Via Dutra (108 sinistros), aparecem a rodovia Oswaldo Cruz (50) e as avenidas Dom Pedro 1º (20) e Bandeirantes (20).
A rodovia Floriano Rodrigues Pinheiro (SP-123) e a avenida Voluntário Benedito Sérgio vêm na sequência, com 14 acidentes cada.
Cinco vias urbanas aparecem em seguida: avenida Francisco Barreto (11), rua Jacques Felix (10), avenida Carlos Pedroso da Silveira (9) e avenida Charles Schnneider (9).
De acordo com o Infosiga, o gasto público com o setor de saúde em razão dos acidentes de trânsito foi de R$ 109,86 milhões em Taubaté, nos últimos 12 meses.
“Observa-se que os registros concentram-se no ano de 2026, com ocorrências distribuídas em diferentes faixas etárias e ambos os gêneros. A faixa etária de 50 a 54 anos apresenta maior frequência de registros entre o gênero masculino. As faixas etárias de 35 a 39 anos, 25 a 29 anos, 30 a 34 anos e 40 a 44 anos também demonstram a presença de registros para o gênero masculino.”, aponta análise do Infosiga.
“O gênero feminino também apresenta registros em diversas faixas etárias, incluindo 80 ou mais, 20 a 24 e 30 a 34 anos. A faixa etária de 80 ou mais anos registra a presença de ambos os gêneros. As faixas etárias de 60 a 64 anos e 20 a 24 anos evidenciam a ocorrência em ambos os gêneros, com maior volume para o gênero masculino. A faixa etária de 75 a 79 anos registra predominantemente o gênero masculino. A faixa etária de 15 a 19 anos apresenta registros para o gênero masculino”, complementa.