A cidade de Taubaté amanheceu em luto com a morte do comerciante e funileiro Walmir Antônio Fiorio, conhecido carinhosamente como “Martelinho de Ouro”. Muito querido entre amigos, familiares e clientes, Walmir morreu aos 50 anos nesse domingo (10), após permanecer internado em estado grave na Santa Casa de São José dos Campos. A causa da morte não foi divulgada.
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Walmir deixa esposa e três filhas. O velório foi realizado no Velório São Benedito, em Taubaté, e o sepultamento está marcado para as 11h desta segunda-feira (11).
Nas redes sociais, centenas de mensagens emocionadas reforçaram o carinho e a admiração que as pessoas tinham por Walmir. Amigos destacaram não apenas o talento profissional do funileiro, reconhecido pelo trabalho com “martelinho de ouro”, mas também sua alegria, humildade e disposição em ajudar o próximo.
Um dos amigos relembrou a habilidade e dedicação de Walmir no trabalho. “Pessoa ímpar, artesão nato. Com seu martelo fez muitos trabalhos no exterior. Era um malabarista, contorcionista dos pés à cabeça. Vai deixar muitas saudades”, escreveu.
As homenagens também resgataram memórias da juventude e da convivência em Taubaté. “Valmir, meu amigo das antigas. Quantas vezes estivemos juntos pelas ruas da cidade e na praça do antigo Teatro São João. Você foi uma pessoa muito especial”, declarou Aldo Aparecido.
Alexandre Ricardo destacou a forte amizade construída desde a infância. “Sou muito grato a Deus por ter você como amigo. Passei grande parte da minha infância na sua companhia. Hoje é um dia muito triste para todos nós”, afirmou.
A imagem de um homem íntegro e trabalhador também foi lembrada pelos amigos. “Excelente pessoa e profissional. Gratidão por ter te conhecido”, escreveu André Alvares. Já Anderson Ferreira ressaltou a alegria de viver do amigo: “Você tinha vontade de viver feliz e era um amigo de verdade”.
As mensagens mostram o quanto Walmir era amado em diferentes círculos da cidade. “Que moço querido por nós”, comentou Ximena Cea. “Você sempre foi muito querido por todos à sua volta”, publicou Viviane Moreira Prado.
Colegas da época da Volkswagen também prestaram homenagens emocionadas. Dorival Galvão relembrou o início da trajetória profissional de Walmir. “Eu dei as primeiras aulas de martelinho para ele na fábrica. Se tornou um grande profissional. Vamos sentir muitas saudades”, escreveu.
Outros amigos definiram Walmir como “guerreiro”, “pessoa maravilhosa” e alguém que “vai fazer muita falta”. Para muitos, além do profissional talentoso, fica a lembrança de um homem alegre, simples e querido por todos que tiveram a oportunidade de conviver com ele.