01 de abril de 2026
IGARATÁ

Vale: 'Matador do wi-fi' executa homem, toma suco e usa internet

Por Da redação | Igaratá
| Tempo de leitura: 2 min
Reprodução
Genario Ribeiro de Souza, de 54 anos

Após atirar e matar, o 'assassino do wi-fi' tomou um copo de suco e conectou o celular na casa da vítima. Este é o enredo de um crime trágico que chocou o Vale do Paraíba e foi praticado com extrema frieza.

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O ladrão invadiu uma casa na zona rural, matou o morador, identificado como Genario Ribeiro de Souza, de 54 anos, e fugiu com duas armas e celulares em um sítio de Igaratá, no Vale do Paraíba.

De acordo com a esposa da vítima, que testemunhou a morte do marido, o criminoso chegou a usar o wi-fi da residência e beber suco antes de deixar o local do crime, segundo relato no boletim de ocorrência.

Crime brutal choca o Vale 

O caso, registrado como latrocínio (roubo seguido de morte), ocorreu na noite de terça-feira (31) e é investigado pela Polícia Civil, que busca identificar o autor.

De acordo com o registro policial, o criminoso entrou no imóvel, localizado na região do Morro Azul, e entrou em luta corporal com a vítima, identificada como Genario Ribeiro de Souza. Em seguida, efetuou disparos e matou o morador.

Antes de fugir, o suspeito ainda teria conectado um celular à rede de internet da casa e consumido uma bebida que estava na geladeira, comportamento que chamou a atenção dos investigadores.

Cena do crime e investigação

Policiais militares encontraram a residência com sinais de arrombamento, além de marcas de sangue em diferentes cômodos, como sala e quarto. Também foram identificados vestígios de disparos.

Segundo o boletim, foram levados dois revólveres calibre .38 e dois celulares. A esposa da vítima entregou aos policiais uma caixa com munições de diferentes calibres, que foi apreendida.

A perícia recolheu uma munição e coletou material em um copo possivelmente utilizado pelo criminoso, o que pode ajudar na identificação por meio de exames.

Autor segue foragido

A Polícia Civil encaminhou o caso para a Delegacia de Igaratá, que investiga a autoria e as circunstâncias do crime. Até o momento, ninguém foi preso.

O relato da esposa indica que a ação foi rápida, ocorreu no escuro e foi marcada por ameaças. O suspeito utilizava cobertura facial, o que dificulta sua identificação.