A Embraer monitora a situação dos seus funcionários no Oriente Médio após o início da guerra entre Estados Unidos e Irã. Israel também entrou no conflito em apoio aos americanos.
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A guerra entrou no seu sétimo dia nesta sexta-feira (6) com novos ataques contra o Irã, e segue sem previsão de trégua entre os países.
Os Estados Unidos informaram que haverá um "aumento drástico" do poder de fogo sobre o território iraniano, com novos ataques ao programa de mísseis de Teerã e bombardeios à "infraestrutura do regime" dos aiatolás, segundo a liderança do Exército norte-americano.
O cenário é analisado pela Embraer com preocupação. A empresa disse ter foco e prioridade nas pessoas da empresa que vivem e trabalham na região.
“Estamos monitorando a situação e o nosso foco é com as nossas pessoas na região, para atender as expectativas de cada família”, disse Francisco Gomes Neto, presidente e CEO da Embraer, em conferência virtual na manhã desta sexta-feira (6), da qual OVALE participou.
O executivo também disse que a Embraer monitora a situação de fornecedores diretos e indiretos na região, mas que até o momento não foi observado “nenhum caso crítico que possa comprometer as entregas”.
“Não vemos impacto em entregas e vendas a curto prazo. Agora é tomar ações de mitigação em tempo”, afirmou. “Mas a nossa prioridade é a situação dos nossos funcionários”.
A Embraer possui escritório e unidades com funcionários no Oriente Médio, com destaque para escritório em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos.