27 de fevereiro de 2026
FEMINICÍDIO

Júlia morre após medidas protetivas negadas e 10 BOs feitos

Por Da Redação | Botucatu (SP)
| Tempo de leitura: 1 min
Reprodução
Júlia Gabriela Bravin Trovão

A morte da farmacêutica Júlia Gabriela Bravin Trovão gerou comoção e levou o CFF (Conselho Federal de Farmácia) a divulgar nota de solidariedade à família. A profissional foi vítima de violência e não resistiu aos ferimentos após ser baleada. O suspeito do crime foi preso e o caso é investigado pela Polícia Civil.

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O crime ocorreu em Botucatu, no interior de São Paulo. De acordo com informações das autoridades, Júlia foi atingida por disparos enquanto estava dentro do carro. Ela chegou a ser socorrida em estado grave, mas morreu em decorrência dos ferimentos.

Ainda segundo dados divulgados, a farmacêutica havia registrado 10 boletins de ocorrência contra o ex-companheiro ao longo dos anos. Ela também solicitou três medidas protetivas, porém apenas uma foi concedida pela Justiça.

Em nota, o CFF manifestou profunda tristeza e indignação diante do ocorrido. Para o Conselho, os registros anteriores e os pedidos de proteção demonstram a gravidade da situação enfrentada pela vítima. A entidade destacou a importância de que denúncias sejam tratadas com atenção e que os mecanismos legais disponíveis sejam avaliados com rigor, visando ampliar a segurança de mulheres em contexto de violência.

O Conselho reafirmou apoio à família, amigos e colegas de profissão de Júlia e defendeu o fortalecimento das políticas públicas de prevenção e proteção às mulheres, além da apuração completa dos fatos.