A família do jovem de 20 anos preso pelo assassinato da colega de trabalho Natasha Eduarda Alves de Sá, de 21 anos, afirmou que ele apresentava histórico de transtornos psicológicos e comportamento agressivo antes do crime. Segundo parentes, o suspeito relatava crises de raiva e dizia ouvir vozes, além de fazer uso de medicamentos controlados sem apresentar melhora clínica.
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O crime ocorreu dentro de um supermercado, no município de Iporá, no Oeste de Goiás. Natasha foi morta com nove golpes de faca durante o expediente, o que causou comoção entre funcionários e moradores da cidade.
Em um áudio divulgado pelo portal Mais Goiás, o irmão do investigado relatou que a família havia buscado atendimento médico em diferentes ocasiões para tentar tratar o quadro psicológico do jovem. Ainda conforme o relato, não houve evolução no tratamento.
A família também afirmou que o ataque teria sido motivado por uma situação interpretada como deboche. Já em depoimento à Polícia Militar, o suspeito alegou que agiu por vingança.
O caso segue sob investigação pelas autoridades, que apuram as circunstâncias do crime e avaliam o histórico do acusado.