09 de julho de 2026
PRISÃO NO VALE

PRF prende suspeitos de aplicar golpes com cartões e maquininhas

Por Jesse Nascimento | Lavrinhas
| Tempo de leitura: 2 min
Reprodução
Base da Polícia Rodoviária Federal

Maquininhas de cartão e cartões bancários de terceiros foram apreendidos com três suspeitos presos em flagrante na rodovia Presidente Dutra, no km 18, na base da PRF (Polícia Rodoviária Federal) em Lavrinhas, no Vale do Paraíba, durante ação contra golpes financeiros.

Clique aqui para fazer parte da comunidade de OVALE no WhatsApp e receber notícias em primeira mão. E clique aqui para participar também do canal de OVALE no WhatsApp

O registro policial aponta que a prisão ocorreu após a PRF receber informações repassadas pela Polícia Militar de Minas Gerais sobre uma mulher, de 25 anos, e dois homens, de 27 e 28 anos, suspeitos de praticar golpes em caixas eletrônicos em Juiz de Fora (MG).

O grupo estaria em um Hyundai HB20 e seguia no sentido do estado de São Paulo. Com o monitoramento, o veículo foi identificado na região de Itatiaia (RJ) e acabou abordado na base da PRF de Lavrinhas.

Durante a abordagem, o condutor do veículo, segundo o boletim, admitiu espontaneamente participação nos crimes investigados em Minas Gerais. Na revista e na busca no interior do carro, os policiais localizaram dinheiro e três maquininhas de cartão, além de cartões bancários e celulares.

Entre os itens apreendidos, constam: cerca de R$ 10 mil com um dos ocupantes e R$ 778 com outro (total aproximado de R$ 11,7 mil, conforme o BO), três maquininhas de cartão (máquinas de tíquete/bilhete/cartão), nove cartões bancários, incluindo cartões em nome de uma suspeita e de um suspeito, além de outros “sem titularidade aparente”, segundo o documento e três celulares.

Golpes em caixas eletrônicos

As informações anexadas ao expediente indicam que a suspeita inicial envolvia golpes em caixas eletrônicos em Juiz de Fora (MG), com uma vítima idosa identificada no registro (79 anos). A investigação agora segue para apurar como os golpes aconteceram, se há outras vítimas e se o grupo atuou em mais cidades no caminho até o Vale do Paraíba.

O boletim registra que o caso foi apresentado à autoridade policial e que a prisão em flagrante foi formalizada pelos crimes de estelionato e associação criminosa. A própria autoridade policial menciona que o flagrante foi “acompanhado e monitorado” desde Minas Gerais até a captura em São Paulo, e que o inquérito deve apurar as condutas em parceria com órgãos de MG e, se necessário, de outras localidades.