Uma perseguição em Caçapava terminou em flagrante após um motorista, com sinais de embriaguez, bater em outro carro, quase atropelar uma vizinha que estava com uma criança e fugir em alta velocidade, segundo a Polícia Civil. O caso ocorreu na noite de sábado (10) e ainda inclui manobras perigosas, contramão, invasão de calçadas e ameaça a policial militar.
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De acordo com o boletim de ocorrência, a perseguição em Caçapava começou após a colisão entre veículos e seguiu por ruas da cidade até a abordagem, que contou com apoio de um policial militar que estava de folga. O caso foi registrado pela Delegacia de Caçapava como embriaguez ao volante, velocidade incompatível, fuga do local de acidente e ameaça.
Segundo o relato da vítima, de 35 anos, ele saía da casa da mãe quando o carro conduzido pelo suspeito, de 41 anos, colidiu com o veículo dele. No mesmo momento, ainda conforme o registro policial, o motorista também quase atropelou uma vizinha que estava com uma criança, o que aumentou o risco e gerou reação imediata de quem presenciou a cena.
Ainda de acordo com o boletim, após a batida, o suspeito acelerou e fugiu, dando início à perseguição em Caçapava. A vítima relatou que o motorista seguiu em alta velocidade, fez manobras perigosas, subiu em calçadas e colocou pedestres em risco.
No registro, um policial militar que participou da abordagem descreveu sinais claros de condução perigosa durante a perseguição em Caçapava, como avanço de sinal vermelho, invasão de contramão e velocidade incompatível com a via, com risco iminente a pedestres.
Conforme o BO, durante a perseguição, a vítima encontrou um policial militar vizinho, que estava de folga, e pediu apoio. O policial acompanhou o deslocamento e realizou a abordagem para cessar o perigo.
Segundo o registro, ao ser ordenado a desembarcar, o condutor saiu cambaleando, com sinais evidentes de embriaguez, e caiu ao solo, lesionando o rosto. O passageiro também desembarcou, sem resistência. O policial informou que algemou o motorista por segurança.
O boletim aponta que o condutor se recusou a fazer o teste do etilômetro e também não quis fornecer dados pessoais naquele momento, sendo identificado depois com apoio de familiares. Ainda segundo a Polícia Civil, ele foi conduzido ao IML para exames, e houve constatação de embriaguez por laudo pericial anexado aos autos.
Conforme o registro, durante a condução à delegacia e ao IML, o suspeito teria feito ameaças ao policial militar, com frases do tipo “iria cobrar depois” e que “pegaria o policial”. A Polícia Civil informou que as medidas legais cabíveis foram adotadas, incluindo representação pelas ameaças.