Um pintor morreu após tomar um choque elétrico e sofrer uma queda de sete metros de altura no centro de Caçapava.
O homem, de 40 anos, trabalhava na rua Prudente de Moraes, em um imóvel, quando encostou uma barra de ferro na fiação elétrica. Ele chegou a ser socorrido pelo Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) e levado a um hospital, mas não resistiu aos ferimentos.
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O histórico do boletim relata que a vítima trabalhava como pintor em determinado local quando subiu uma escada para realizar a pintura de uma barra de ferro instalada próxima à fiação elétrica.
Durante a execução do serviço, conforme anotado pela Polícia Civil, a vítima sofreu um choque elétrico, perdeu o equilíbrio e caiu de aproximadamente sete metros de altura. A queda, associada ao choque, provocou lesões graves, que se mostraram incompatíveis com a sobrevivência.
Ainda segundo o boletim, um jovem, de 20 anos, e qualificado como testemunha, estava presente no momento do acidente. Ele foi quem acionou o Samu assim que viu a queda e o estado da vítima.
A equipe do Samu prestou atendimento no local e encaminhou o pintor a Fusam.
Embora o boletim de ocorrência não traga todos os detalhes sobre a etapa posterior, em casos como esse, é comum que sejam adotadas as seguintes medidas: encaminhamento do corpo ao IML (Instituto Médico Legal) para realização de exame necroscópico; comunicação aos órgãos de fiscalização de segurança e saúde no trabalho, caso se comprove formalmente o vínculo empregatício ou a caracterização legal de acidente de trabalho;
No âmbito da Polícia Civil, o boletim aponta solução como “apreciação do delegado titular”, o que indica que caberá à autoridade policial analisar se há necessidade de abertura de inquérito policial ou se o caso permanecerá apenas como registro de morte acidental sem indício de crime.