01 de abril de 2026
CRIME ORGANIZADO

Quem era Japinha do CV? Ela usava roupa de guerra antes de morrer

Por Da Redação | Rio de Janeiro
| Tempo de leitura: 1 min
Reprodução
Japinha do CV

Uma mulher apontada como integrante da linha de frente do Comando Vermelho (CV) foi morta com um tiro de fuzil durante uma megaoperação das forças de segurança. Conhecida pelos apelidos “Penélope” e “Japinha”, ela era considerada figura de confiança dentro da facção e costumava ostentar armas e poses militares nas redes sociais.

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O confronto ocorreu na zona norte do Rio de Janeiro, entre os complexos do Alemão e da Penha, na terça-feira (28). Segundo informações das autoridades, Japinha usava roupas camufladas, colete tático e portava um fuzil no momento do embate. Ela teria reagido à abordagem policial e acabou atingida por um disparo fatal na cabeça.

De acordo com investigações, a traficante atuava na proteção de rotas de fuga e na defesa de pontos estratégicos de venda de drogas, desempenhando papel ativo na estrutura do tráfico local.

Familiares pediram nas redes sociais que imagens do corpo não fossem divulgadas, afirmando que a exposição tem causado sofrimento aos parentes. O corpo de Penélope foi encontrado próximo a um dos acessos principais da comunidade, após horas de intenso tiroteio.

A ação em que ela foi morta é considerada a maior e mais letal operação policial da história do estado, segundo o Governo do Rio de Janeiro. A ofensiva mobilizou cerca de 2,5 mil agentes de diferentes corporações — entre Polícia Civil, Polícia Militar e unidades especiais — com o objetivo de enfraquecer o Comando Vermelho e desarticular sua base logística na região.