O poeta e ativista cultural Sandro Maks, que atuava em projetos sociais na periferia, morreu em São José dos Campos, após lutar contra um câncer. Ele deixou três filhos. O sepultamento aconteceu no último dia 13.
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Por meio da poesia social, Sandro fez da palavra um instrumento de transformação social, levando mensagens de esperança, empatia e amor. Com uma trajetória marcada por projetos como Reggae Vive e Cartas Perdidas, Maks acreditava que a poesia tinha o poder de curar.
Ele também participou de coletâneas de rap nacional e livros de poesia, sempre com a mesma proposta: usar a arte para conectar e transformar. Para ele, a palavra era ponte — não arma.
Nos últimos meses, Sandro enfrentava com coragem uma batalha contra o câncer. Passou por cirurgia, mas o tratamento não teve sucesso. Mesmo debilitado, manteve o espírito sereno e o olhar poético diante da vida.
“Ele não escrevia apenas poesia — ele vivia poesia”, disse rapper GerMano César, um dos amigos próximos, emocionado. “Quem planta poesia não morre — floresce na eternidade”, completou.