Acusada de matar o pai e a madrasta, com a ajuda do filho, e depois ter queimado os corpos em uma churrascaria, Cláudia Heger morreu aos 51 anos, em Cachoeirinha (RS). Ela estava presa desde maio de 2023 e morreu um dia após ter sido transferida do presídio para uma unidade hospitalar, na última quarta-feira (19).
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De acordo com a imprensa gaúcha, o atestado de óbito aponta como causas de falecimento "complicações devido à comorbidades: apenada tem registro de diabete, obesidade, hipertensão arterial e infecção do trato urinário".
Cláudia era acusada de planejar e executar um crime brutal.
No ano de 2022, o casal Rubem Heger e Marlene Stafford Heger, de 83 e 53 anos, desapareceu. Eles tinham recebido a visita da filha e do neto de Rubem, Cláudia e Andrew. Mãe e filho chegaram no dia 27 de fevereiro, às 11h, estacionando na frente da casa.
Após algumas horas, Andrew manobrou o carro e estacionou de ré na garagem da casa. Em seguida, de acordo com a polícia, mãe e filho transportaram os corpos para o veículo.
Em novembro de 2024, em delação premiada, Andrew admitiu o crime e contou que o casal tinha sido morto e depois queimado na churrasqueira. Segundo ele, o crime tinha sido planejado pela mãe.