A PF (Polícia Federal) prendeu um homem de 45 anos, em São José dos Campos, com quase R$ 20 mil em notas falsas. A prisão ocorreu na tarde de quinta-feira (24), em investigação da PF para combater a circulação de moeda falsa no Vale do Paraíba.
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Outros dois homens foram presos na região na mesma investigação, além de um adolescente que também estaria envolvido nas atividades criminosas.
Nesta quinta, policiais federais realizaram buscas pessoais e domiciliares em desfavor de um suspeito, em São José dos Campos. Segundo a PF, a ação tinha por objetivo aprofundar investigações em torno da pulverização de notas falsas na cidade de Cruzeiro, no final do ano passado. Na ocasião, foram consumidos diversos produtos em uma adega do município, utilizando as notas falsas como forma de pagamento.
Após ser abordado em via pública, em São José, foram localizados com o investigado um revólver calibre .38, dois eppendorfs de cocaína, maconha e 96 cédulas falsas de R$ 200, o que equivale a R$ 19.200.
No dia 11 de outubro, um homem foi preso em Guaratinguetá no momento em que havia acabado de receber 20 cédulas falsas de R$ 100 pelos Correios.
Após a prisão, informou a PF, também foi identificado um adolescente que agia em conluio com o indivíduo preso e que também teria recebido uma encomenda semelhante, utilizando o endereço de sua irmã, no mesmo município. Nesse contexto, foram recuperadas outras cédulas falsas que já haviam sido pulverizadas em Guará.
Na manhã de quinta, a PF cumpriu um mandado de busca e apreensão expedido pela 1ª Vara Federal de Taubaté em um endereço de Guaratinguetá, contra um suspeito que teria recebido uma encomenda postal contendo o equivalente a R$ 1.000 em cédulas falsas, em março de 2024.
O homem confessou o fato investigado e, com ele, os policiais localizaram quatro eppendorfs de cocaína. Nenhuma cédula falsa foi encontrada, porém o indivíduo foi indiciado nos autos do inquérito policial.
“s investigações da Polícia Federal prosseguem, a fim de verificar se os investigados possuem um mesmo fornecedor do material ilícito”, disse a corporação.