11 de julho de 2026
PRESO EM FLAGRANTE

Homem é preso por matar a ‘ex’ grávida, filha de um ano e a sogra

Por Da Redação | São José dos Campos
| Tempo de leitura: 2 min
Reprodução / Redes Sociais
Luis Fernando Moreira Bentivoglio Silveira, foi preso em flagrante

Um engenheiro civil foi preso em flagrante por suspeita de invadir um apartamento e esfaquear a ex-esposa que está grávida, a filha deles de 1 ano e a ex-sogra, na segunda-feira (21), em Franca, no interior de São Paulo.

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Luis Fernando Moreira Bentivoglio Silveira, 32, desferiu 20 facadas na vítima dentro do apartamento que pertencia ao casal, no bairro Jardim Noêmia. Eles estavam separados havia cerca de um mês e atualmente a mulher morava em Ribeirão Preto, segundo informações da Polícia Civil de São Paulo.

Na segunda (21), ela retornou ao apartamento em que morava com o suspeito acompanhada pela mãe para pegar alguns pertences. A mulher escolheu o horário em que o suspeito não estava em casa — ele continua morando no local —, mas foi surpreendida pela chegada do engenheiro, que estava com comportamento agressivo.

As vítimas se esconderam no banheiro ao perceberem a chegada de Luis Fernando, segundo a delegada do caso, Juliana Paiva. No entanto, o suspeito "arrombou a porta com uma faca e, a todo momento, tentou matar a vítima, que está extremamente machucada", disse Paiva.

A vítima, que está grávida, foi esfaqueada no momento em que estava com a filha de um ano no colo, e a criança também ficou ferida. A mulher sofreu perfuração no pulmão, sofreu cortes no rosto e está com os dois braços enfaixados em decorrência dos ferimentos. Além de atingir a ex-esposa e a própria filha, o homem também atacou a ex-sogra, que é idosa.

O engenheiro tinha a intenção de matar a ex-esposa e assumiu o risco de matar a filha e a ex-sogra, afirmou a delegada. "Para isso, ele não mediu esforços, assumiu o risco de matar a sogra e a própria filha. Além disso, [também assumiu o risco de matar] o filho que está dentro da barriga".

A vítima segue internada em observação, mas não corre risco de perder a criança. A mãe dela e a filha receberam atendimento e já tiveram alta do hospital.

O homem justificou ataques contra a ex-esposa porque ela teria impedido que ele mantivesse contato com o filho de 7 anos, o que a vítima nega, diz a delegada. "No momento em que o autor foi até a casa, o filho estava na escola, não estava na casa. Na opinião desta delegada, não há sentido ele cometer todos esses atos e usar como argumento a insatisfação do direito de visitação do filho", completou Juliana Paiva.

*Com informações do site: UOL