10 de julho de 2026
TREND PERIGOSA

Menino sofre parada cardíaca após participar de desafio do TikTok

Por Da redação | South Yorkshire
| Tempo de leitura: 2 min
Reprodução
'Chroming', uma prática que consiste em inalar gases tóxicos e tem se espalhado nas redes

Um garoto de 12 anos, identificado como Cesar, sofreu uma parada cardíaca após tentar realizar um perigoso desafio do TikTok conhecido como 'chroming'. A prática, que vem ganhando popularidade entre jovens nas redes sociais, consiste em inalar gases tóxicos de produtos domésticos, como desodorantes e sprays de cabelo, buscando um efeito alucinógeno.

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O caso ocorreu em South Yorkshire, na Inglaterra, no dia 21 de agosto. Nichola King, mãe de Cesar e de outros três filhos, estava alimentando o filho mais novo no andar de cima quando ouviu um estrondo vindo do andar de baixo. Ao descer, ela encontrou Cesar tendo uma convulsão, rodeado por latas de desodorante aerossol.

Desesperada, Nichola chamou os serviços de emergência, que chegaram rapidamente e iniciaram as manobras de ressuscitação. Cesar foi levado ao hospital, onde foi colocado em coma induzido e permanece sob cuidados intensivos.

Nichola decidiu compartilhar as imagens dos primeiros socorros nas redes sociais como forma de alerta para outros pais. "Fiquei em choque. Vi meu filho morrer e a luz sumir de seus olhos", relatou. Ela espera que sua atitude conscientize outras famílias sobre os perigos dos desafios online.

Um garoto de 12 anos sofreu uma parada cardíaca ao tentar um 'desafio do TikTok' (Foto/Reprodução/Kennedy News and Media)

O caso de Cesar não é isolado. Em março deste ano, outro menino, de 11 anos, morreu na Inglaterra, também após tentar a mesma prática de 'chroming'. As autoridades de saúde alertam para os riscos desses desafios e reforçam a importância da supervisão parental no uso das redes sociais pelos jovens.

O TikTok, plataforma onde a trend se popularizou, já foi criticado por permitir que conteúdos perigosos se disseminem entre seus usuários, especialmente os mais jovens. Em resposta, a empresa afirma estar aprimorando suas diretrizes e ferramentas de moderação para evitar que vídeos com práticas perigosas permaneçam ativos.