10 de julho de 2026
SALAS COMERCIAIS

'Arrastão' em prédio de São José deixa prejuízo de até R$ 200 mil

Por Jesse Nascimento | São José dos Campos
| Tempo de leitura: 2 min
Reprodução
O edifício Eco Tower, localizado na avenida Nelson D’ávila

Um 'arrastão' em um edifício comercial no centro de São José dos Campos.

Na noite de sábado para domingo, dinheiro e diversos objetos foram furtados de salas comerciais no edifício Eco Tower, localizado na avenida Nelson D’ávila, no centro da cidade. Um vigilante de 42 anos é suspeito. O supervisor da empresa de segurança compareceu à delegacia para relatar os crimes supostamente cometidos pelo funcionário. O prejuízo, em uma das salas, chegou a R$ 200 mil.

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O supervisor informou, de acordo com boletim de ocorrência, que a Coneleste Serviços, empresa que presta serviços de vigilância, segurança e zeladoria, mantém contrato com o condomínio Eco Tower. Além dele, compareceram à delegacia empresários e profissionais liberais que possuem salas comerciais no edifício para relatar os furtos.

De acordo com o boletim de ocorrência, entre as vítimas está um advogado, de 46 anos, que teve a chave de ignição do seu veículo furtada há cerca de três semanas. No domingo (30), ele descobriu que o vigilante já planejava o furto do veículo Honda/Fit DX Flex, que foi subtraído. Além disso, o advogado relatou o furto de R$ 19.580,00 em dinheiro e um par de alianças de ouro, que estavam em sua sala.

Uma segunda vítima, uma empresária, de 29 anos, também compareceu à delegacia. Ela informou que a porta de sua sala foi arrombada e diversos itens foram subtraídos, incluindo um MacBook Apple, 13 aparelhos de telefone celular (dentre eles vários modelos de iPhones e um Xiaomi Redmi), quatro mouses sem fio, dois microfones sem fio e 30 capinhas diversas.

MAIS VÍTIMAS.

Um outro empresário, de 32 anos, relatou que sua sala também foi arrombada. Foram furtados um notebook avaliado em R$ 2.500, R$ 13.000 em dinheiro, quatro cestas básicas e acessórios de smartphones, totalizando um prejuízo significativo.

Outra vítima, uma empresária, de 26 anos, informou que teve uma furadeira Bosch avaliada em R$ 350 furtada. Ela contou em depoimento que já havia percebido que sua sala estava sendo remexida em dias anteriores e por isso parou de deixar objetos de valor no local.

Diante dos furtos, os empresários e profissionais liberais do condomínio começaram a reforçar a segurança, realizando manutenção nas portas danificadas, o que acabou prejudicando a perícia técnica. No local, foram apreendidos uma chave de fenda e um pé de cabra utilizados nos arrombamentos.

O registro dos furtos será encaminhado para a área de investigação. Caso novas vítimas surjam, deverão procurar a delegacia para registrar os prejuízos e fornecer informações adicionais, como notas fiscais e imagens do veículo utilizado na ação criminosa. Outra empresária teve prejuízo de mais de R$ 200 mil em joias.

OUTRO LADO.

A empresa de segurança Coneleste Serviços foi procurada para se pronunciar a respeito do ocorrido, porém ainda não se manifestou. A reportagem ainda não conseguiu contato com a administração do edifício Eco Tower, que tem espaço aberto para se manifestar.