Um novo livro dos autores Jonathan Levi e Emma French revelou uma chocante relação entre uma agente penitenciária e o infame serial killer Levi Bellfield, além de outros criminosos perigosos na prisão conhecida como 'Mansão Monstro'. O caso, que veio à tona recentemente, gerou grande comoção e debate público sobre a segurança e a ética nas penitenciárias do país.
Clique aqui para fazer parte da comunidade de OVALE no WhatsApp e receber notícias em primeira mão. E clique aqui para participar também do canal de OVALE no WhatsApp.
Segundo o livro, a agente penitenciária, cujo nome não foi divulgado, desenvolveu um relacionamento romântico com Bellfield, que foi condenado à prisão perpétua em 2008 pelos assassinatos de Amelie Delagrange e Marsha McDonnell, além da tentativa de assassinato de Kate Sheedy. A relação entre a agente e o criminoso levou à demissão dela, após ser descoberta sua paixão por Bellfield.
Dentro da 'Mansão Monstro', Bellfield passava o tempo decorando cartões para outros detentos e criando desenhos de ursinhos de pelúcia e flores, destinados às mulheres encarceradas.
O caso rapidamente se espalhou pelas redes sociais, provocando debates intensos sobre a segurança das mulheres nas prisões e a vulnerabilidade dos agentes penitenciários ao desenvolverem relações com os detentos. “Não sei se ela foi corajosa ou imprudente,” comentou uma internauta, refletindo o dilema moral que a situação representa.
Apenas alguns países europeus, incluindo Inglaterra, País de Gales, Holanda, Eslováquia, Bulgária, Itália, Hungria e República da Irlanda, permitem prisão perpétua sem possibilidade de liberdade condicional. A revelação do livro trouxe novamente à tona discussões sobre a Justiça do sistema penal e as condições de encarceramento de criminosos de alta periculosidade.