O São José teve o melhor público e a melhor renda entre os quatro jogos do grupo A7 da Série D do Campeonato Brasileiro neste final de semana, após a décima rodada da primeira fase da competição nacional.
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Na oportunidade, a Águia do Vale levou 1.370 torcedores ao estádio Martins Pereira, com renda de R$ 19.175 no jogo contra o Água Santa, que ficou empatado por 0 a 0. Com isso, ficou acima do segundo maior público, que foi a derrota do Pouso Alegre em casa para o Maringá, com 1.097 pagantes e R$ 13.500 de renda.
E esses números se consolidaram em meio à polêmica gerada entre os torcedores da Águia e os dirigentes da SAF (Sociedade Anônima de Futebol), que gere o clube desde o final de 2022. No final de semana, o presidente da SAF, o empresário Oscar Constantino, disse em entrevista às emissoras de rádio que os torcedores tentaram o agredir após a partida, onde o resultado deixou o time em situação ainda mais difícil na briga pela classificação.
Além disso, Oscar disse que a torcida estava ‘gelada’ e que ‘torcedor ajuda, mas não ganha jogo’. As falas do dirigente também repercutiram negativamente nas arquibancadas.
Por outro lado, os torcedores que supostamente teriam agredido o dirigente negaram a versão do mesmo. Segundo a TUSJ (Torcida Uniformizada do São José), dois membros da organizada apenas cobraram o resultado e estavam separados por grade do dirigente. Além disso, a TUSJ disse que, em nenhum momento, tentou agredir os dirigentes.
Na oportunidade, Oscar estava com o gestor da SAF, Bruno Cazarine, que teria discutido à distância com os torcedores. “A tal tentativa de agressão não tinha a menor possibilidade de acontecer, já que ambos estavam separados por um portão de segurança e, reiterando que havia a presença de POLICIAIS MILITARES além da segurança privada do estádio” disse a torcida, em nota.