11 de julho de 2026
PRORROGAÇÃO

Obra de alargamento do Anel Viário de São José atrasará 4 meses

Por Julio Codazzi | São José dos Campos
| Tempo de leitura: 2 min
Claudio Vieira/PMSJC
Obra deveria ter sido finalizada na última segunda-feira

O contrato para a realização de um pacote de obras na Avenida Florestan Fernandes, que integra o Anel Viário de São José dos Campos, foi prorrogado por mais quatro meses.

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O serviço, que deveria ter sido concluído até a última segunda-feira (13), teve o prazo estendido até o dia 13 de setembro.

Além disso, a Prefeitura autorizou reajuste de 3,15%, referente à inflação medida em 2023. Com isso, o custo passou para R$ 16,072 milhões - o valor inicial era de R$ 13,366 milhões, mas já havia passado para R$ 15,835 milhões em março desse ano.

Iniciada em março de 2023, a obra tinha avançado 66,28% até essa terça-feira (14), segundo dado divulgado no site da Prefeitura.

Sobre a prorrogação do contrato, a Secretaria de Mobilidade Urbana afirmou nessa terça-feira que a medida "foi necessária para compensação de dias de chuva ocorridos desde o início da execução contratual (período entre março de 2023 e março de 2024) bem como por impactos de remanejamento de postes na região do encaixe da nova via com o viaduto da Av. José Longo".

Sobre o aumento no custo do contrato com a empresa Compec Galasso, a secretaria havia alegado em março que isso ocorreu "por adequações na metodologia executiva das contenções na construção da nova alça de acesso à Av. José Longo, de forma a minimizar os riscos aos imóveis vizinhos".

PACOTE.
Esse é o segundo contrato para o pacote de obras, que inclui alargamento da via (implantação de mais uma faixa de rolamento no sentido Centro), serviço de recapeamento e novo acesso à Avenida José Longo.

No primeiro contrato, a obra teve início em junho de 2022 e deveria ser concluída em 14 meses. No entanto, após atingir apenas 0,7% em quatro meses, o contrato com a empresa Emparsanco Engenharia foi rescindido em outubro do ano retrasado.

Nesse período, a construtora teria realizado apenas terraplenagem em uma área e demolição de um paredão de concreto na alça de saída da Avenida Jorge Zarur para a Avenida Florestan Fernandes. O primeiro contrato tinha valor de R$ 11,441 milhões. A empresa chegou a receber R$ 55 mil pelo pouco que executou. A Secretaria de Mobilidade Urbana informou na época que a Emparsanco seria penalizada, mas o valor não foi informado.