A Polícia Civil vai investigar a troca de corpos ocorrida em São Sebastião nesta segunda-feira (1º), de acordo com a SSP (Secretaria de Segurança Pública) do Estado. Os familiares dos falecidos só descobriram a confusão quando os caixões foram abertos, já durante o velório.
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A investigação está a cargo do 1º DP (Distrito Policial), onde o caso foi registrado pela filha de um dos homens falecidos.
"Um homem, de 73 anos, faleceu em um hospital e teve seu corpo trocado por funerárias, na manhã desta segunda-feira, na rua Capitão Luiz Soares, no centro de São Sebastião. A filha do idoso esteve presente no plantão policial informando que seu pai havia falecido no Hospital de Clínicas de São Sebastião. Porém, no momento do funeral, descobriram que dentro do caixão se encontrava o corpo de outra pessoa. Ao ligar para a empresa funerária responsável, foi descoberto que, por uma confusão entre duas empresas, o corpo havia sido trocado e, levado para Ubatuba, para realização de outros exames. A ocorrência foi registrada no 1° DP de São Sebastião e segue para investigações”, diz a nota da SSP.
O caso da troca de corpos em São Sebastiao chamou a atenção de moradores da cidade e da região. O história envolveu duas funerárias do município e aconteceu entre a noite de domingo e a madrugada desta segunda-feira (1). As duas empresas são responsáveis pelo recolhimento dos corpos na cidade. A troca envolveu as funerárias Campo Vale Funeral Home e Paraíso. As empresas fazem um rodízio em plantão e a Prefeitura designa as empresas para os atendimentos.
Em nota, a Campo Vale Funeral explicou o que aconteceu, segundo sua versão. “No último domingo, conforme estabelecido na referida escala, a Funerária Paraíso foi escalada para prestar assistência”, diz.
Segundo a Campo Vale, a Funerária Paraíso foi a responsável pela retirada do corpo de José Wilson Bachega, no Hospital de Clínicas de São Sebastiao. A contratação da Campo Vale foi feita pela família de José Wilson.
“Durante o procedimento de retirada do corpo, após a família do Sr. Bachega assinar na funerária Paraiso a autorização da retirada pela nossa empresa, nossos dois agentes funerários foram até as instalações da Funerária Paraíso, onde foram recebidos por dois funcionários. No pátio da empresa Paraíso, foram apresentadas duas urnas de madeira contendo corpos, um masculino e outro feminino’, disse a nota.
Segundo a Campo Vale Funeral, ao questionar a identificação dos corpos aos funcionários da Funerária Paraíso, foi fornecida uma etiqueta com a identificação como sendo de José Wilson Bachega, que foi atribuída por um dos funcionários da Paraíso. “Baseados nessa informação, recebemos o corpo identificado como sendo do Sr. Bachega para os procedimentos funerários”, diz a nota.
O problema se estendeu e virou confusão ao ser aberta a urna durante o velório. Os familiares constataram que o corpo não correspondia a José Wilson Bachega.
Depois de descoberta a troca dos corpos, a Campo Vale afirma que ligou para Paraíso e ficou constatado que eles haviam enviado de forma errada o corpo de José Wilson Bachega. “E a nós (Campo Vale) foi entregue por erro da Paraíso o corpo do Sr. Dovanil Domingos Alves, que deveria ter ido para a Litoranea em Ubatuba”, diz a nota.
“Após todo esse procedimento de resolução, prestamos todos os ritos funerários aos familiares. Reiteramos nosso compromisso com a transparência e a prestação de serviços de qualidade, buscando sempre aprimorar nossos procedimentos para evitar incidentes como este no futuro. Lamentamos profundamente o ocorrido e estamos colaborando integralmente com as autoridades competentes para esclarecer os fatos e tomar as medidas necessárias para corrigir essa situação. Prestamos todo o apoio a família do Sr. Bachega nesse momento difícil”, finaliza a nota.
OVALE procurou a Funerária Paraíso para explicar o que aconteceu e dar sua versão ao caso. Durante um atendimento telefônico, um funcionário desligou a ligação ao ser informado do que se tratava. Várias ligações depois, em outro número, o atendente, nervoso, informou apenas que não sabia o que era, e novamente desligou o telefone.
Procurada, a Prefeitura de São Sebastião não se manifestou sobre o episódio.
Em nota, a Campo Vale Funeral explicou o que aconteceu, segundo sua versão. “No último domingo, conforme estabelecido na referida escala, a Funerária Paraíso foi escalada para prestar assistência”, diz.
Segundo a Campo Vale, a Funerária Paraíso foi a responsável pela retirada do corpo de José Wilson Bachega, no Hospital de Clínicas de São Sebastiao. A contratação da Campo Vale foi feita pela família de José Wilson.
“Durante o procedimento de retirada do corpo, após a família do Sr. Bachega assinar na funerária Paraiso a autorização da retirada pela nossa empresa, nossos dois agentes funerários foram até as instalações da Funerária Paraíso, onde foram recebidos por dois funcionários. No pátio da empresa Paraíso, foram apresentadas duas urnas de madeira contendo corpos, um masculino e outro feminino’, disse a nota.
Segundo a Campo Vale Funeral, ao questionar a identificação dos corpos aos funcionários da Funerária Paraíso, foi fornecida uma etiqueta com a identificação como sendo de José Wilson Bachega, que foi atribuída por um dos funcionários da Paraíso.
“Baseados nessa informação, recebemos o corpo identificado como sendo do Sr. Bachega para os procedimentos funerários”, diz a nota.
O problema se estendeu e virou confusão ao ser aberta a urna durante o velório. Os familiares constataram que o corpo não correspondia a José Wilson Bachega.
Depois de descoberta a troca dos corpos, a Campo Vale afirma que ligou para Paraíso e ficou constatado que eles haviam enviado de forma errada o corpo de José Wilson Bachega. “E a nós (Campo Vale) foi entregue por erro da Paraíso o corpo do Sr. Dovanil Domingos Alves, que deveria ter ido para a Litoranea em Ubatuba”, diz a nota.
“Após todo esse procedimento de resolução, prestamos todos os ritos funerários aos familiares. Reiteramos nosso compromisso com a transparência e a prestação de serviços de qualidade, buscando sempre aprimorar nossos procedimentos para evitar incidentes como este no futuro. Lamentamos profundamente o ocorrido e estamos colaborando integralmente com as autoridades competentes para esclarecer os fatos e tomar as medidas necessárias para corrigir essa situação. Prestamos todo o apoio a família do Sr. Bachega nesse momento difícil”, finaliza a nota.
OVALE procurou a Funerária Paraíso para explicar o que aconteceu e dar sua versão ao caso. Durante um atendimento telefônico, um funcionário desligou a ligação ao ser informado do que se tratava. Várias ligações depois, em outro número, o atendente, nervoso, informou apenas que não sabia o que era, e novamente desligou o telefone.
Procurada, a Prefeitura de São Sebastião não se manifestou sobre o episódio.
O caso foi registrado no 1º Distrito Policial de São Sebastião. Em nota, a Secretaria de Segurança Pública comentou o episódio e diz que será investigado.
“Um homem, de 73 anos, faleceu em um hospital e teve seu corpo trocado por funerárias, na manhã desta segunda-feira (01), na Rua Capitão Luiz Soares, no centro de São Sebastião. A filha do idoso esteve presente no plantão policial informando que seu pai havia falecido no Hospital de Clínicas de São Sebastião. Porém, no momento do funeral, descobriram que dentro do caixão se encontrava o corpo de outra pessoa. Ao ligar para a empresa funerária responsável, foi descoberto que, por uma confusão entre duas empresas, o corpo havia sido trocado e, levado para Ubatuba, para realização de outros exames. A ocorrência foi registrada no 1° DP de São Sebastião e segue para investigações.”