11 de julho de 2026
ADITAMENTO

Contrato para alargamento do Anel Viário de São José fica R$ 2,4 milhões mais caro

Por Julio Codazzi | São José dos Campos
| Tempo de leitura: 2 min
Divulgação/PMSJC
Obra tem entrega prevista para maio, mas está atrasada

O contrato para a realização de um pacote de obras na Avenida Florestan Fernandes, que integra o Anel Viário de São José dos Campos, ficou 18,47% mais caro.

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O serviço, que é executado pela empresa Compec Galasso e tinha valor inicial de R$ 13,366 milhões, agora vai custar R$ 15,835 milhões.

Iniciada em março de 2023, a obra tem entrega prevista para maio desse ano. Até o último dia 15, segundo o site da Prefeitura, o percentual de execução estava em 62,2%.

JUSTIFICATIVA.
A alteração no custo da obra ocorreu após o acréscimo de R$ 3,337 milhões em serviços e a supressão de R$ 867 mil. Segundo a Secretaria de Mobilidade Urbana, "tanto as supressões quanto as inclusões de valores/serviços se deram por adequações na metodologia executiva das contenções na construção da nova alça de acesso à Av. José Longo, de forma a minimizar os riscos aos imóveis vizinhos".

"A execução da ciclovia entre o Centro da Juventude e a ciclopassarela José Reinaldo Pirro Jr. também foi suprimida do presente contrato tendo em vista adequações decorrentes do projeto da ciclovia do Anel Viário", acrescentou a pasta.

A secretaria alegou ainda que "o avanço da obra está compatível com as situações enfrentadas na construção, incluindo os estudos e análises complementares realizados para garantir a segurança das edificações próximas, além do remanejamento de rede de energia e telecomunicações na Av. José Longo, com previsão de conclusão nos próximos dias e que impactou o início da fundação da laje de transição na aproximação do viaduto".

PACOTE.
Esse é o segundo contrato para o pacote de obras, que inclui alargamento da via (implantação de mais uma faixa de rolamento no sentido Centro), serviço de recapeamento e de novo acesso à Avenida José Longo.

No primeiro contrato, a obra teve início em junho de 2022 e deveria ser concluída em 14 meses. No entanto, após atingir apenas 0,7% em quatro meses, o contrato com a empresa Emparsanco Engenharia foi rescindido em outubro do ano retrasado.

Nesse período, a construtora teria realizado apenas terraplenagem em uma área e demolição de um paredão de concreto na alça de saída da Avenida Jorge Zarur para a Avenida Florestan Fernandes. O primeiro contrato tinha valor de R$ 11,441 milhões. A empresa chegou a receber R$ 55 mil pelo pouco que executou. A Secretaria de Mobilidade Urbana informou na época que a Emparsanco seria penalizada, mas o valor não foi informado.