11 de julho de 2026
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Doação de órgãos de Amanda, mãe que morreu ao dar à luz, salvou ao menos quatro vidas

Por Da redação | São José dos Campos
| Tempo de leitura: 1 min
Reprodução/Instagram
Amanda tinha 35 anos e estava grávida de um menino; ela sofreu eclampsia e síndrome de Hellp e faleceu após o parto.

A doação dos ógãos de Amanda Gouveia, que teve morte cerebral constatada em 12 de janeiro após dar à luz um filho, em Pindamonhangaba, salvaram ao menos quatro vidas.

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Fígado, rins, pulmões e córneas foram enviados a pessoas da capital paulista, Sorocaba, Campinas e Ribeirão Preto, conforme lista de espera e compatibilidade de pacientes, informou a coordenadora do Hospital 10 de Julho, de Pinda, Ana Rosa Salgado de Campos.

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Amanda tinha 35 anos e estava grávida de um menino; ela sofreu eclampsia e síndrome de Hellp e faleceu após o parto. Uma vez constatada a morte cerebral, a família da jovem foi consultada pelo hospital e autorizou a doação dos órgãos.

Equipes médicas das cidades dos receptores dos órgãos pousaram no aeroporto de São José dos Campos naquele 12 de janeiro, e seguiram viagem ao Hospital 10 de Julho, onde captaram os órgãos.