De luto pela morte de Kelly Blank, Léo Silva comentou como está sendo difícil aceitar a morte tão precoce da irmã. Segundo a família, Kelly era casada há mais de 15 anos, sofria violência doméstica e teve a vida retirada em um episódio de feminicídio ontem (19), em São José dos Campos. O marido é o principal suspeito.
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Mãe, carinhosa, estudiosa, ótima profissional e principalmente, com muita vida para viver. Kelly nasceu em Jaguarari, na Bahia, mas morava há mais de dez anos em São José dos Campos e sonhava com a conclusão do curso de direito.
Após sua partida, aos 34 anos, fica a dor de uma mãe, irmãos, filhos e de toda uma família. ‘Ela gostava de viver, era feliz. Está sendo difícil. Minha mãe está abalada, ainda não caiu a ficha, às vezes ela para e chora sozinha”, relata o irmão Léo Silva.
Kelly foi morta durante a madrugada de terça-feira, dentro de seu próprio apartamento, no Jardim Morumbi, na zona sul de São José dos Campos. De acordo com a polícia, o principal suspeito do crime é o marido que teria cometido o assassinato e fugido logo em seguida.
O casal tem dois filhos, de cinco e sete anos de idade que, segundo Léo Silva, foram deixados pelo pai em Santo André, no ABC Paulista, onde vivem as famílias de Kelly e do suspeito.
O homem tem um comércio no bairro 31 de março, também na zona sul, e ainda está sendo procurado pela polícia. Em um pedido de justiça, a família compartilha nas redes sociais a foto do suspeito e pede ajuda para encontrá-lo.
DESPEDIDA
O velório de Kelly aconteceu nesta quarta-feira (20), às 13h no Cemitério Nossa Senhora do Carmo, em Santo André.