O contrato para a recuperação de corredores viários da região central de São José dos Campos e para melhorias em pontos de ônibus da cidade ficou R$ 2,9 milhões mais caro e vai atrasar pelo menos dois meses.
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O serviço, que inicialmente custaria R$ 15,528 milhões, já chegou a R$ 18,430 milhões, um acréscimo de 18,68%.
Além disso, a obra, que teve início em junho, deveria ser concluída até o próximo dia 21, mas a Prefeitura já admite que será necessária uma prorrogação por dois meses - pela última medição oficial, a execução atingiu apenas 54,3%.
CONTRATO.
Pelo contrato, a empresa Compec Galasso teria seis meses para recuperar 23 corredores viários da região central - como as avenidas Heitor Villa Lobos, Anchieta, Barão do Rio Branco, São João, Adhemar de Barros, São José, Madre Thereza e Nelson D’Avila, e as ruas Dolzani Ricardo e Paraibuna - e implantar revestimento asfáltico em 10 pontos de ônibus das regiões central, sul e norte.
De acordo com a Secretaria de Mobilidade Urbana, um dos motivos que levaram ao aumento no valor do contrato foi a inclusão de outras oito vias no pacote - as avenidas Pedro Alvares Cabral, José Longo e Névio Baracho, e as ruas Tupã, Bahia, Martins Fontes, Itororó e Carvalho de Araújo -, com o objetivo de "maximizar o atendimento aos corredores de transporte público da região central". Ainda segundo a pasta, houve "readequação de áreas" em outras nove vias que já fazia parte do pacote anteriormente.
Sobre o atraso no cronograma, a secretaria alegou que isso ocorreu devido aos "impactos das chuvas" e "das obras emergenciais realizadas pela Sabesp", e que os serviços na região central também foram reduzidos entre os dias 9 e 26 desse mês, "de forma a minimizar os impactos ao comércio nesta época do ano".